Lança à Lua
Chega o guerreiro, não foge,
Perto na terra ou Lua, longe,
Contra a imaginaria quimera.
Une o Pai de Santo e o monge,
Além de uma vez que se era,
Seja o santo ou Deus da guerra,
Em lança ou espada a ser forte.
Onde Salvar do mal se espera,
Ali é que aparece o São Jorge,
Ogum quebra o que se pondera.
O mundo seguro no alforge,
Aliviando o medo que onera,
Que a lua sua forte alma forje.
23/04/2026
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Salve Jorge, em sua batalha contra os dragões da humanidade, em seu sincretismo de realidades unindo a luta contra o mal e contra os monstro alimentados pela humanidade.
Um dia em homenagem ao Santo e ao orixá na guerra humana contra o que pode lhe derrubar e na construção de proteção e abrigo.
O guardião a se sacrificar pelo bem, a força que vai sempre mais além e o desejo que a humanidade tem de ser protegida manifestada em uma lenda.
Sem sacrifícios desnecessários, enfrentar o pior as vezes é necessário seja na capadócia, no mundo ou até além dela na própria lua.
O mundo precisa de Jorges, soldados e guerreiros que se indignam com o submissão e que se sentem compelidos de enfrentar o pior para contruir o melhor para todos.
Que se se permitam serem forjados a ferro e fogo mas que tenham sensibilidade e humanidade para olhar com ética para questões polemicas e entregas perigosas de inocentes a própria sorte.









