Maldita a mente,
Que se acha perfeita,
Que arrogantemente,
Prega só sua direita.
Domina as situações por si,
Acha não precisar de ninguém,
Pensa saber o que há de vir,
Espera que todos digam amém.
Imagina ser centro do mundo,
Que advinha seus pensamentos,
Que seu pensar é profundo,
Achar que domina os momentos.
Bendita a mente que Duvida,
Que, de refletir, é capaz,
Questiona as, máximas da vida,
E busca saber sempre mais.
Não se prende em si, porém,
Busca conciliar Fé e Razão,
Pensa ao dar o seu Amém,
E tem paciência no coração.
Mais abençoado ainda é sempre,
O que a aprender se dispõe,
Forma em si firme corrente,
E seus fundamentos compõe.
Ao falar, guarda humildade,
Mostra ao viver, Exemplos
Ao se afastar deixa saudade,
Grava suas razões em momentos.
Não faz de si orgulho próprio,
Mas aos que cerca deixa felizes,
Pois leva o sorriso do alto,
E enfrenta paciente as crises.
Se faz de guia, um cego,
Fala do que nem entende,
Se acha mestre, Alter ego,
E teses infundadas defende.
26/03/2013
terça-feira, 26 de março de 2013
Ensaio sobre o Orgulho
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segunda-feira, 25 de março de 2013
SenTimento
Na plebe perdido,
Num grito de morte,
Apenas cavalheiro,
Entregue a sua sorte.
Num chess infinito,
Apenas um peão,
Mais um anjo caído,
Aqui jaz o coração.
Mas o sentimento,
Que você tanto deseja,
Não só um momento,
Escravo da Cerveja.
A doce euforia,
Tanta mediocridade,
Resumir o amor guia,
A um Eros da sociedade.
Nem parece o que é,
Mas como poder sentir,
Se se compra até a fé,
Estão vendendo o sorrir.
E quem tinha Cem,
Passou pela Ilusão,
E agora já vive sem,
Mas viver n' foi em vão.
Até as rimas da vida vertem,
Quando tomam movimento,
Até elas se empobrecem,
Rima pobre é o sentimento.
E se me faltam direções,
Kerigma é necessário,
Para encher os corações,
Do amor Caritas diário.
Seguir a direção da paz,
Refinar o sentimento,
Fazer da vida o que apraz,
E Viver cada Momento.
Num grito de morte,
Apenas cavalheiro,
Entregue a sua sorte.
Num chess infinito,
Apenas um peão,
Mais um anjo caído,
Aqui jaz o coração.
Mas o sentimento,
Que você tanto deseja,
Não só um momento,
Escravo da Cerveja.
A doce euforia,
Tanta mediocridade,
Resumir o amor guia,
A um Eros da sociedade.
Nem parece o que é,
Mas como poder sentir,
Se se compra até a fé,
Estão vendendo o sorrir.
E quem tinha Cem,
Passou pela Ilusão,
E agora já vive sem,
Mas viver n' foi em vão.
Até as rimas da vida vertem,
Quando tomam movimento,
Até elas se empobrecem,
Rima pobre é o sentimento.
E se me faltam direções,
Kerigma é necessário,
Para encher os corações,
Do amor Caritas diário.
Seguir a direção da paz,
Refinar o sentimento,
Fazer da vida o que apraz,
E Viver cada Momento.
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terça-feira, 19 de março de 2013
Artesão
No alto divinas mãos,
Esculpem um mundo,
Fixadas em corações,
E felicidade desenhando.
Destas mãos divinas,
Ecoam versos vividos,
Sonhos, prados e campinas,
Criados a imagem de paraísos.
Acaso há maior beleza,
Qual barro que faz brotar
A arte da Natureza,
E tudo que dela ecoar.
Mãos calejadas tecem arte,
Criando de tudo algo novo,
Artesão tem nas mãos em parte,
A arte e cultura de um povo.
Do barro fazem a vida,
Do sonho faz canção,
E de um dia Divinização,
Pois Deus também é artesão.
Felicidades a quem experimenta,
A todos que fazem criação,
De sua mão faz ferramenta,
Da Mais Pura idealização.
Faça-se a paz em uma voz,
E a paz se fez por Canção,
Dos Céus ouviu se Amor após,
Deus Criar a mente do Artesão.
19/03/2013 31/01/2020
Esculpem um mundo,
Fixadas em corações,
E felicidade desenhando.
Destas mãos divinas,
Ecoam versos vividos,
Sonhos, prados e campinas,
Criados a imagem de paraísos.
Acaso há maior beleza,
Qual barro que faz brotar
A arte da Natureza,
E tudo que dela ecoar.
Mãos calejadas tecem arte,
Criando de tudo algo novo,
Artesão tem nas mãos em parte,
A arte e cultura de um povo.
Do barro fazem a vida,
Do sonho faz canção,
E de um dia Divinização,
Pois Deus também é artesão.
Felicidades a quem experimenta,
A todos que fazem criação,
De sua mão faz ferramenta,
Da Mais Pura idealização.
Faça-se a paz em uma voz,
E a paz se fez por Canção,
Dos Céus ouviu se Amor após,
Deus Criar a mente do Artesão.
19/03/2013 31/01/2020
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segunda-feira, 18 de março de 2013
Reascender
Certo dia umas palavras,
Desceram lá do alto,
Acenderam novas chamas,
Conjugando um novo fato.
E cresceu em graça a chama,
A sabedoria se expandiu,
Chegou aos olhos de Roma,
Altos poderes o ser atingiu.
Olhou para os apagados,
Deixando brilhantes lições,
E iluminou seus passados,
Aqueceu muitos corações.
Mas qual toda chama brilhante,
E sua insistência que teima,
Constatou-se no poder gigante,
Que toda chama arde e queima.
Chama de visão serena,
Que sabia seu destino,
Deixando-se ser pequena,
Crescendo de um menino.
Aceitando o ardor da chama,
Que apagar queriam então,
Professou a fé que inflama,
Questões na alma e coração.
Nem mesmo o beijo traidor,
Nem a lança atravessada,
Puderam apagar seu ardor,
Chama que se espalha na terra.
No tríduo dos dias escuros,
Cerraram o brilho do corpo,
Mas o poder destes muros,
Caíram perante, da alma o fogo.
Transcendendo em festa e Paz,
O reacender da chama da vida,
Uma nova Páscoa que se refaz,
Em cada coração que acredita.
Flores, coelhos, chocolates,
Não confundem o coração,
Mas complementam em partes,
A festa da ressurreição.
18/03/2013
Desceram lá do alto,
Acenderam novas chamas,
Conjugando um novo fato.
E cresceu em graça a chama,
A sabedoria se expandiu,
Chegou aos olhos de Roma,
Altos poderes o ser atingiu.
Olhou para os apagados,
Deixando brilhantes lições,
E iluminou seus passados,
Aqueceu muitos corações.
Mas qual toda chama brilhante,
E sua insistência que teima,
Constatou-se no poder gigante,
Que toda chama arde e queima.
Chama de visão serena,
Que sabia seu destino,
Deixando-se ser pequena,
Crescendo de um menino.
Aceitando o ardor da chama,
Que apagar queriam então,
Professou a fé que inflama,
Questões na alma e coração.
Nem mesmo o beijo traidor,
Nem a lança atravessada,
Puderam apagar seu ardor,
Chama que se espalha na terra.
No tríduo dos dias escuros,
Cerraram o brilho do corpo,
Mas o poder destes muros,
Caíram perante, da alma o fogo.
Transcendendo em festa e Paz,
O reacender da chama da vida,
Uma nova Páscoa que se refaz,
Em cada coração que acredita.
Flores, coelhos, chocolates,
Não confundem o coração,
Mas complementam em partes,
A festa da ressurreição.
18/03/2013
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sexta-feira, 8 de março de 2013
Criação Divina
Criada no Éden Divino,
Pelas mãos celestiais,
Da costela do Adão, menino,
Pra ter Direitos iguais.
Não foste tirada dos pés,
Pra que nunca pisem em ti flor,
Nem da cabeça parte és,
Pra ordem não ser, e sim Amor.
Viestes de um corpo, seu meio,
Pra equilíbrio ser à criação,
És rainha, castelo, lar e reino,
Conquistadora pela Emoção.
Inocente, as vezes seu olhar,
Não vê a maldade ao redor,
Mas ao longe é capaz de sonhar,
E anseia aos que ama o melhor.
Sois figura desejada, bela,
Muitos não lhe dão respeito,
Então, intensa ou singela,
Exija sempre, pois é seu Direito.
Plante o que deseja colher,
Ensina a teus filhos a humanidade,
Sois o berço de todo ser,
Podes criar homens de verdade.
Não esqueça que és grande,
Porem ao humano limitada,
Repousa seu corpo descanse,
E cuide-se em sua jornada.
Guarda teu charme, teu calor,
A quem de ti, abraços merecer,
Não chore nem sofra por amor,
Quem ama não deixa sofrer.
Ama a ti MULHER primeiro,
Mostre sua força independente,
Que teu florir não seja ligeiro,
E o amadurecer seja constante.
08/03/2013
Pelas mãos celestiais,
Da costela do Adão, menino,
Pra ter Direitos iguais.
Não foste tirada dos pés,
Pra que nunca pisem em ti flor,
Nem da cabeça parte és,
Pra ordem não ser, e sim Amor.
Viestes de um corpo, seu meio,
Pra equilíbrio ser à criação,
És rainha, castelo, lar e reino,
Conquistadora pela Emoção.
Inocente, as vezes seu olhar,
Não vê a maldade ao redor,
Mas ao longe é capaz de sonhar,
E anseia aos que ama o melhor.
Sois figura desejada, bela,
Muitos não lhe dão respeito,
Então, intensa ou singela,
Exija sempre, pois é seu Direito.
Plante o que deseja colher,
Ensina a teus filhos a humanidade,
Sois o berço de todo ser,
Podes criar homens de verdade.
Não esqueça que és grande,
Porem ao humano limitada,
Repousa seu corpo descanse,
E cuide-se em sua jornada.
Guarda teu charme, teu calor,
A quem de ti, abraços merecer,
Não chore nem sofra por amor,
Quem ama não deixa sofrer.
Ama a ti MULHER primeiro,
Mostre sua força independente,
Que teu florir não seja ligeiro,
E o amadurecer seja constante.
08/03/2013
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quinta-feira, 7 de março de 2013
Quase Meia Noite
Ares negros, forca obscura,
Você acha que não foi perfeito,
Você acha que não tem cura,
Mas olhe seu relógio direito.
Se esvaindo mais um dia,
Perfeição não e só a flor,
Sem a roseira a poesia,
Delírio do poeta é o amor.
O tapete real no contexto,
Não te fará reinar sobre nada,
Mas a realidade não e um texto,
Sem virgulas, pontos, parada.
Desperta o olhar sem enfeite,
Pronto, ele montara o enredo,
Mesmo que a estrada se estreite,
Menor se fará todo o medo.
Mas, já é quase amanhã,
O tempo conta as horas,
Pra manter a mente sã,
Não se perca, entre agoras.
Quase meia noite,
Batem os ponteiro,
Dói qual triste acoite,
Não viver por inteiro.
Tantos olhares que nem vi,
Desperdício de mais um dia,
Tantas palavras nem ouvi,
Quanta chances se ter alegria.
Puros ares, forca da Vida,
Nova chance pra perfeicão,
Hora de buscar outra saída,
Novo animo pro coracão.
Você nem viu olhe os ponteiros,
Já começa outro amanhecer,
Os quase passam tao ligeiro,
Que nem deixa se perceber.
Basta querer, fitar novo olhar,
Basta saber, que nunca e tarde,
Pro peito arder, e recomeçar,
E que sonhar e viver e uma arte.
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Quase meia Noite,
retomada,
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De Repente
Nasceu o dia sem sol,
De repente me achei,
Entre, castelos e tal,
E tudo estranho achei.
Sonho louco, sem sentido,
Historinha, com uma moral,
Pensamento louco, perdido,
Quase vi bem, o que era o mal.
Me falou um mago branco,
Que a visão do mundo é turva,
Enquanto o bom n'é franco,
Todo mal domina a curva.
Na espreita sem poderes,
Me contou um duende,
Poucos cumprem deveres,
A vida não repreende.
De repente o mundo de perto,
Se torna assim, tão previsível,
Parece ser para o esperto,
Tudo tão, quase indiscutível.
Elfos tocam suas flautas mudas,
E a vida toma outro sentido,
Como as pessoas são surdas,
Contou me um anjo caído.
Acham que podem de tudo,
Pedem apenas as vitórias,
Se esquecem que pelo mundo,
Se passam outras histórias.
Monopólio de desejos soltos,
Das magias e seu efeito,
Se um sonho mata outros,
Eis o pesadelo perfeito.
De repente de outro o sonho,
Finda o rumo teu caminho,
Não deseje mal em teu plano,
Ninguém é feliz sozinho.
07/03/2013
De repente me achei,
Entre, castelos e tal,
E tudo estranho achei.
Sonho louco, sem sentido,
Historinha, com uma moral,
Pensamento louco, perdido,
Quase vi bem, o que era o mal.
Me falou um mago branco,
Que a visão do mundo é turva,
Enquanto o bom n'é franco,
Todo mal domina a curva.
Na espreita sem poderes,
Me contou um duende,
Poucos cumprem deveres,
A vida não repreende.
De repente o mundo de perto,
Se torna assim, tão previsível,
Parece ser para o esperto,
Tudo tão, quase indiscutível.
Elfos tocam suas flautas mudas,
E a vida toma outro sentido,
Como as pessoas são surdas,
Contou me um anjo caído.
Acham que podem de tudo,
Pedem apenas as vitórias,
Se esquecem que pelo mundo,
Se passam outras histórias.
Monopólio de desejos soltos,
Das magias e seu efeito,
Se um sonho mata outros,
Eis o pesadelo perfeito.
De repente de outro o sonho,
Finda o rumo teu caminho,
Não deseje mal em teu plano,
Ninguém é feliz sozinho.
07/03/2013
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sexta-feira, 1 de março de 2013
Flor perdida
Em meio a uma Negra Luz,
Esplandece em pleno abandono,
Uma beleza que não seduz,
Perdido qual cão sem seu dono.
Flor sem brilho sem destaque,
Comum como o nada e o tudo,
Navio sem destino, embarque,
Flutuante grito quase mudo.
Das cinzas a Fênix rebrota,
Do medo torto, mais profundo,
O sonho supera a revolta,
E sonhar pode mudar o mundo.
Perdida está a flor do respeito?
Condenada por não ter pressa?
E do obrigado, qual o defeito?
Será que não nos interessa?
Sem raízes, perdida flor,
Não morra, chama não apague,
Permita rebrotar o amor,
Que o medo não se consagre
Cultiva o que lhe faz bem,
Replica o bem que lhe faz,
Para erros não diga amem,
E verás a Luz, terá Paz.
Flor da vida repassas, então,
Deixa florir mesmo imperfeita,
Que o tempo renova coração,
E o que for preciso endireita.
01/03/2013
Esplandece em pleno abandono,
Uma beleza que não seduz,
Perdido qual cão sem seu dono.
Flor sem brilho sem destaque,
Comum como o nada e o tudo,
Navio sem destino, embarque,
Flutuante grito quase mudo.
Das cinzas a Fênix rebrota,
Do medo torto, mais profundo,
O sonho supera a revolta,
E sonhar pode mudar o mundo.
Perdida está a flor do respeito?
Condenada por não ter pressa?
E do obrigado, qual o defeito?
Será que não nos interessa?
Sem raízes, perdida flor,
Não morra, chama não apague,
Permita rebrotar o amor,
Que o medo não se consagre
Cultiva o que lhe faz bem,
Replica o bem que lhe faz,
Para erros não diga amem,
E verás a Luz, terá Paz.
Flor da vida repassas, então,
Deixa florir mesmo imperfeita,
Que o tempo renova coração,
E o que for preciso endireita.
01/03/2013
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Siga o Horizonte
Defina o horizonte,
Na mente e no coração.
O horizonte não existe,
Ele é Variável, Imaginação.
Levante os olhos viaje,
Trace metas sem temer,
Linhas tortas interagem,
A aqueles capazes de crer.
Mudanças são necessárias,
A vida é uma viagem sem volta,
Passagens oferecem várias,
Mas faça da luz, sua escolta.
Flutuam Passado e Futuro,
O que se foi e o que virá,
Se o presente parece duro,
Batalhe firme e tudo fluirá.
Os sonhos são canoas distintas,
Mesmo no mar solitário,
Ao horizonte olhe e não mintas,
Jamais se faca de otário.
Rimas pobres tem origem,
Mesmo sendo elas criticadas,
Falam muito, pouco corrigem,
Verbos são ação das palavras.
Horizonte sol nascente,
Ou o seu ser, por tão singelo,
Doces delírios da mente,
Meros conceitos de "BELO".
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Elementos
Elfos da terra média cantando,
Invocam a magia do momento,
E o medo de estar sonhando,
Leva meu ser com o vento.
Retomo das palavras, a magia,
Procuro equilíbrio dos ventos,
E neste plano qual poesia,
Me inspiro nos cinco elementos.
Enterrando a falha e o medo,
Na rocha fundação fracasso,
Na TERRA afunda o segredo,
Reiniciar mais outro passo.
E as fadas me inspirem canções,
Deixem me achar a companhia,
Matar sede de dois corações,
Na AGUA vertente Poesia.
E se consome tudo o FOGO,
Peço, queime meus medos,
Arda em paixão meu corpo,
Naquela que verá meus segredos.
Mas se ela acaso não existe,
Etéreo meu espirito, momento,
Seguira com o AR leve e triste,
Perdido eu, "ANJO DO VENTO".
Pairando nas dúvidas da vida,
Seguindo rumo ao fim,
De volta ao pó, oh querida,
Não tardes chegar a mim.
13/02/2013
Invocam a magia do momento,
E o medo de estar sonhando,
Leva meu ser com o vento.
Retomo das palavras, a magia,
Procuro equilíbrio dos ventos,
E neste plano qual poesia,
Me inspiro nos cinco elementos.
Enterrando a falha e o medo,
Na rocha fundação fracasso,
Na TERRA afunda o segredo,
Reiniciar mais outro passo.
E as fadas me inspirem canções,
Deixem me achar a companhia,
Matar sede de dois corações,
Na AGUA vertente Poesia.
E se consome tudo o FOGO,
Peço, queime meus medos,
Arda em paixão meu corpo,
Naquela que verá meus segredos.
Mas se ela acaso não existe,
Etéreo meu espirito, momento,
Seguira com o AR leve e triste,
Perdido eu, "ANJO DO VENTO".
Pairando nas dúvidas da vida,
Seguindo rumo ao fim,
De volta ao pó, oh querida,
Não tardes chegar a mim.
13/02/2013
Um Paranaense em São Paulo, apaixonado por Tecnologia, Artes, Cultura Geek, Animes, Natureza e escreve umas coisas por ai!
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