Surfando na praia das vidas,
Entre as ondas que se encurtam,
Transmitem-se vozes queridas,
Que boas memorias de muitos furtam.
Quem sabe anos e anos atrás,
Avós, pais, filhos e filhas,
Ouviam mensagens de paz,
E suas noticias em rádios de pilhas.
O tempo transmite cartas,
De uma saudade infinita,
Nos "Quilohertz" de manhãs fartas,
Anunciando seus "Zeypsolonjota".
Radio-novelas que comoviam,
Com tantos sonoros efeitos,
Que aqueles que só ouviam,
Imaginavam tais atos feitos.
As partidas de futebol,
Onde o narrador atropelava,
As palavras com a língua em nó,
E com o Gooool a torcida emocionava.
Tempos de Outrora a se lembrar,
Antes da Internet ou Televisão,
Famílias iam juntas se sentar,
Para ouvir sua preferida programação.
Este que hoje e quase um idoso,
Já foi pirata e até comunitário,
Em tempos antigo era um formoso,
Meio de se viajar pelo Imaginário.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020
Ondas Médias
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Comunicação.,
Dia Mundial do Radio,
Radio pelo tempo
Um Paranaense em São Paulo, apaixonado por Tecnologia, Artes, Cultura Geek, Animes, Natureza e escreve umas coisas por ai!
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020
ALMA
Tantas vezes de lado,
A explicação fica abandonada,
O peito meio que Fatigado,
Pergunta o que preocupa do nada.
Um doce olhar antes perdido,
Hoje intriga por sua busca,
Tanto desejo em si impelido,
As vezes a alma chamusca.
Um calor invade o ser,
Desejo inexplicável,
Mas a vontade maior é ver,
Teus sonho ser alcançável.
A mente ouve um chamar
E uma voz que indica,
Que a melhor maneira de amar,
Ém algum sacrifício implica.
Evitar incomodar se faz foco,
Mesmos os desejos são suplantados,
Deixa a Bela repousar in loco,
Se ser fera nem sempre e o bom lado.
Dois nomes se juntam na palavra,
Dois Espíritos as vezes sem um rumo,
Deixa a vida que o futuro bem lavra,
Numa costura que coloca a paz em prumo.
Enquanto se Aprende com tropeços,
E mesmo quando um perder a Calma,
Junta-se o que se tem e seus acessos.
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AL&MA,
Eternos aprendizes
Um Paranaense em São Paulo, apaixonado por Tecnologia, Artes, Cultura Geek, Animes, Natureza e escreve umas coisas por ai!
Ciencia
Será que há vida inteligente?
Ciente há de ser este tal ser?
Da importância do que sente,
E do seu Completo poder?
Ciências soltas pela história,
Causaram conflitos e guerra,
Deixaram tristeza In Memorian,
Devastaram povos e terra.
Que Ciência tinham de seus atos,
Aqueles que devastaram a vida,
Que seres escreveram os fatos,
Onde estava quem cura a ferida?
Sim há vida inteligente é a resposta,
Em todo caos há de haver equilíbrio,
A mesma ciência que por mãos mata,
Pelo coração se registra em livro.
A Cura de tantos males é Ciência,
Eis uma ferramenta em si divina,
Fruto da verdadeira Inteligência,
Quando usada para livrar de sinas.
Cientes de seu potencial,
Há pessoas que desejam curar,
As dores e compensar parte do mal,
Causado por mentes sem pensar.
Ciência está parte da Consciência,
Existe qual o verbo no humano ser,
E se mostrara em sua Onipotência,
Um Paranaense em São Paulo, apaixonado por Tecnologia, Artes, Cultura Geek, Animes, Natureza e escreve umas coisas por ai!
Teoria
O poder de um pensamento,
Magia da Observação,
Como mudar em momento,
Toda uma Ideia de Criação.
Ciência já não mais oculta,
Provas justificando a tese,
Amostras do ser que transmuta,
Sobrevivendo enquanto cresce.
Acaso uma teoria afirmada,
Derruba uma crença por completo,
Apenas se a crença era em nada,
Teorias iluminam o incerto.
Uma teoria de espécies,
Não encerra a Gênese da vida,
Apenas ilumina em teses,
Tanta dúvida, então desconhecida.
Teorias quando comprovadas,
Removem o véu da fé cega,
Não Abnegam coisas sagradas,
Permitem ver além da regra.
Se todo ser é capaz de mudar,
Por que fechar as portas da mente?
Evoluir é saber se adaptar
A um mundo onde o ser é discente.
Teoria é crer na Mudança,
Crer numa força Inteligente,
Que ensina a quem tem esperança,
Um Paranaense em São Paulo, apaixonado por Tecnologia, Artes, Cultura Geek, Animes, Natureza e escreve umas coisas por ai!
terça-feira, 11 de fevereiro de 2020
Lourdes
Uma Senhora de tantos lugares,
Chamada de Mãe Imaculada,
Uma fé e inúmeros olhares,
Aos olhos de quem se encantava.
A menina que lenha buscava,
No silêncio via uma mulher,
De uma gruta ela abençoava,
Com seu olhar num Gran mister.
Naquele vilarejo simples,
Quem acaso iria acreditar,
Que a mãe com seus requintes,
Com sua paz viria abençoar.
Num país de tantos clamores,
No silêncio ela vinha atender,
A voz dos que nos rumores,
Duvidando, deixavam de crer.
Na árida terra, seco chão,
Pelas mãos da menina fez brotar,
Límpida água em pura benção.
Fluido abençoado para Curar.
Por permissão Divina nesta fonte,
Mostrou que o céu no silêncio fala,
Na calmaria iluminou um horizonte,
Com amor de mão que os filhos embala.
Aquela que chamaram imaculada,
Se revela a Bernadete em sua vez,
Mostrando em paz a jovem iluminada,
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Dia de Nossa Senhora de Lourdes
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Sempre Foram Elas
Esquece essa estória de Agora,
Sempre foram Elas agindo,
Tantas meninas mundo afora,
Sempre com a Ciência interagindo.
Mas a sociedade não deu voz,
E muitas vezes suas ideias,
Foram designadas ao algos,
Pela própria lei roubas delas.
Quantos nomes por trás,
Da ideia de um grande homem,
Quantos gênios não eram mais,
Do que as mães e amas que somem.
Não se somou nesta conta,
As ideias de tantas irmãs,
Que as vezes chamadas de tonta,
Inspirou ideias em forma de afã.
Mas seus nomes foram ocultos,
Pelo ideia de serem tão Amenas,
Deixadas de lado foram até em cultos,
Quantas e quantas deusas e Atenas.
Mas Sempre, sempre foram elas,
Ocultas em sua simplicidade,
Inspirando vidas e novelas,
Mudando o Campo e a Cidade.
E Agora é que um pouco se aceita,
Que são elas que tem suas conquistas,
Sim são elas seja esquerda ou Direita,
Meninas e Mulheres as grandes Cientistas.
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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020
Queda d'Agua
Era pra ser só Uma chuva,
Mas a Cidade parou,
A água tomou retas e curvas,
Embaixo de água muito ficou.
Era apenas água caindo,
Uma simples queda d'água,
Ao trabalho tanto iam indo,
Mas muitos ficaram na estrada.
Os rios e córregos choraram,
Em águas que levavam lixo,
Uns preocupados detestaram,
Outros nem sabiam o que era isso.
A cidade como outras chorou,
Prendeu nas ruas o cidadão,
O de mal e o de bem igual tratou,
Nao dava pra fazer distinção.
A água saltou das margens,
Se apossou de vias e marginais,
Deveria ser presa nas imagens,
As consequências quase fatais.
E até foram para alguns,
Tantos seus bens perdendo,
E o preço não será só pra uns,
Mesmo muitos a queda merecendo.
Era apenas a água caindo,
Uma chuva causada pelo tempo,
Uma queda d'água se esvaindo,
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Chuva em São Paulo,
Enchente,
Rios
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domingo, 9 de fevereiro de 2020
Domingos
Nem tudo pode ser feito,
Paciência o que da se faz,
Na vida nada e perfeito,
Perfeito só é aquilo que jaz.
Um domingo após o outro,
E os planos seguem a mil,
A gente querendo um ponto,
Enquanto a partida já se partiu.
Quantos planos e a esperança,
Está imagem sempre a última a ir,
Coitada as vezes se cansa,
Outras se atrasa, mas há de seguir.
E os pratos que se come frio,
A deixa pra lá melhor nem comer,
Deixa que toda água segue o rio,
No mar ela chega então segue viver.
E tem mais gente vindo,
Hoje o dia seguiu já vem segunda,
Já se vai o outro domingo,
E a vida segue razão ou profunda.
Mais um pra conta seguem os dias,
Que venha o que é preciso,
Não sejam apenas poesias,
Estes que vão e vem pedindo juízo.
Que os Céus abençoem o entardecer,
O que se pode é o que se faz,
E que seja iluminado cada viver,
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sábado, 8 de fevereiro de 2020
Carinho
Tantas formas de demonstrar,
Cada forma será diferente,
Tantos trejeitos de se amar
Quantas formas de ser gente.
Quem não gosta de carinho,
Deve ter algum problema,
Ninguem vive sozinho,
Amar é sempre um dilema.
Alguns demonstram com voz,
Outros com abraços e amor,
Muitos antes e outros após,
Uns durante ou após a Dor.
Toque leves e carícias,
Um forte abraço apertado,
Entre estas e aquelas delícias,
Sempre é bom sentir se amado.
Alguns demonstram com cuidado,
A vida não trata todos por igual,
Viver é bom mas pra alguns é pesado,
Mas o importante é lidar com o mal.
Cada dia e único como o ser,
Independente da forma demonstrada,
Será sempre importante viver,
E ter sua forma de carinho repassada.
Seja no olhar seja no toque leve,
Num abraço ou em três beijinhos,
Não durma ninguém em hora breve,
Um Paranaense em São Paulo, apaixonado por Tecnologia, Artes, Cultura Geek, Animes, Natureza e escreve umas coisas por ai!
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020
No Trânsito
Incrível como passa o tempo,
Num ônibus ou até nos carros,
Como se perdem momentos,
E o desespero não é tão raro.
Tudo que se deseja na certa,
É chegar ao seu destino,
Mas tanta gente se re-inserta,
Uns nem sabem onde estão indo.
Parece qualquer lugar
Onde a cidade dominou,
E na hora de ir descansar,
Muita gente mais se estressou.
Lugares que nem se acredita,
Do nada carros se ajuntam,
E um ritmo lento é o que dita,
O caminho que muitos rumam.
Quem que chegar muito se irrita,
Quem espera mais ainda na certa,
E tem gente que xinga e até grita,
Muita gente até a buzina aperta.
Mesmo sabendo não resolver,
Estão todos no mesmo barco,
Ou melhor na mesma estrada a correr
Numa lentidão desejada ao largo.
E se alguém pergunta o motivo,
Espanta saber e até deixa atônito,
Que todo esse tempo cativo,
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São Paulo,
sexta feira,
transito
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