domingo, 6 de julho de 2025

Meu Eu de Milhões

Meu Eu de Milhões

Não sei se posso escolher,
Das minhas diversas versões,
Aquela que inspira mais ações,
Me leva a refletir ou a viver.

Sim, já quis fazer alterações,
Mudar a cada ano, renascer,
Ser o que eu não pudera ser,
Buscar forças para superações.

O que sou é que hei de ser,
Tudo flui, minhas contruções,
Muralhas que pude desfazer.

Sonhos refeitos e direções,
Talvez até melhor possa ser,
Sendo só eu entre milhões.

06/07/2025




sexta-feira, 4 de julho de 2025

Soberania

Soberania

Em sua suma Independência,
Comanda mundos e nações,
Faz completarem as frações,
Muda aos rumos e a ciência.

País de direitos e sanções,
Em economia de resistência,
Até é chamada de potência,
Uma entre américas razões.

Americana resiliência,
Águias, estrelas, invenções,
Poderes, heróis, referência.

Sonho de ricas habitações,
Modelo de ambição e crença,
Independente entre as canções.


04/07/2025





quarta-feira, 2 de julho de 2025

Eis as Questões

Eis as Questões 

Respira e só não pira,
Com a mão na consciência,
Dá uma mão por clemência,
Antes que o prazo se expira.

O que é a vida? Inocência?
Seria belo o som da lira?
Só sobrevive quem atira?
O que define incompetência?

Vence quem sai da mira?
O mundo crê na tal ciência?
Ou só na fé cega ele se atira?

A quem se dá reverência?
Santa ou insana mentira?
Do sonho e sua influência.

02/07/2025



segunda-feira, 30 de junho de 2025

Meio Ano

Meio Ano

Metade do que há de vir, 
Em meio que já se passou,
Quem eu era, pra onde vou?
Ainda daria tempo de rir?

Neste tempo presente estou,
Tentando apenas não cair,
Espero alguem para sorrir,
Ausência que se manifestou.

Um bouquet de cashmere,
Suave toque do que passou,
Se o universo há de intervir.

Seja qual a brisa que soprou,
Permitindo os sabores sentir,
Vivendo algo que se esperou.

30/06/2025




sábado, 28 de junho de 2025

Voz da Rocha

Voz da Rocha

O que teria ouvido Simão,
Que o fez a pedra se tornar,
E ao cristianismo propagar,
Pedro com uma chave na mão.

Das portas do céu a cuidar,
Deixa cair a agua ao chão,
Abençoando toda plantação,
Além de quem entra olhar.

Pescador a pescar coração,
Humano com medo e pesar,
Apostolo em açao e oração.

Que soube a tudo começar,
O que ouviste te fez cristão,
Que faça ao mundo se curar.

28/06/2025






quinta-feira, 26 de junho de 2025

Verdades e Vaidades

Verdades e Vaidades

Cada um conta sua história,
Poucos a fazem de verdades,
O mundo e suas voracidades,
Vida e existência simploria.

Uns pensam demais idades,
Outros devaneiam por glória,
Nunca de forma satisfatória,
Luxurias, invejas, vaidades.

Esperar é arte vexatória,
Ou paciencia das sanidades,
Quem ainda tem sua memória.

Caminhe feliz pelas cidades,
Admire o céu, o mar e a ixória,
Sem se perder entre as maldades.

26/06/2025







terça-feira, 24 de junho de 2025

Eco do Jordão

Eco do Jordão

Nas Margens de um rio,
Eis que surge um ermitão,
Um homem santo em ação, 
A batizar muita gente o viu.

Santo seria aquele Jõao,
Primo de quem surgiu,
E no mundo interferiu,
Tornou a muitos "Cristão".

A natureza não feriu,
Encontrou a confusão,
Na verdade que proferiu.

Diminuiu-se, compaixão
Anunciando o Cristo que viu,
Teve seu injusto fim na Prisão.

24/06/2025







domingo, 22 de junho de 2025

Entre o Abismo e a Compreensão

Entre o Abismo e a Compreensão

O abismo a olhar o mundo,
Depois que o mundo o viu,
Há medo de um dia sombrio,
Na fuga do pesar profundo.

Cada um defende seu brio,
Sentimentos da paz oriundo,
Preveem guerra, um segundo,
Por que o diplomata é hostil?

Queira o céu que se entendam,
Entre as divindades deste chão,
E os reais riscos compreendam.

Que não causem mais explosão,
Que conversem, nao se ofendam,
Um pensar alinhem, sem colisão.

22/06/2025



sexta-feira, 20 de junho de 2025

Para Aquecer

Para Aquecer

Não congele a emoção,
E caso o frio seja intenso,
Muita coisa sempre penso,
O que tem em meu coração.

Inverno a ser sempre tenso,
Mesmo em uma quente ação,
Frio tras mais que decoração,
Geadas em um gelo propenso.

Inverno a aquietar a ilusão,
O amor é sutil mas imenso,
E se falta palavra ou canção.

Aquece o peito o bom senso,
Mesmo que doa a tal solidão,
Basta agasalho e um bom lenço.

20/06/2025



quarta-feira, 18 de junho de 2025

Desastroso

Desastroso

Com tanta ideia perdida,
Gente falando o que quer,
Fazendo tudo o que fizer,
Cada filosofia distorcida.

Homem atacando mulher,
Ou atentando contra a vida,
Os vivos temendo a partida,
Todos no medo do que vier.

Passado batendo a porta,
E o futuro a ser dissolvido,
O poder com atitude torta.

Um mundo louco e perdido,
Se o juizo nao bater a porta,
Ser tornará estrondo o ruido.

18/06/2025