Em que mesmo acreditar, nas telas o heroismo, nas ruas o ceticismo e a midia a criar mais ismos:
Niilismo
Domingo de caminhar,
Homens aranha na paulista,
De rapel ou em entrevista,
Quem poderia imaginar.
Homens aranha na paulista,
De rapel ou em entrevista,
Quem poderia imaginar.
Daria capa de revista,
Ou no jornal a destacar,
Peter park a fotografar,
Nessa sensação tão mista.
Velho centro à paulistar,
Sé, Liberdade, Paulista,
Sol sem ver a algum mar.
Nessa alegria niilista,
Cada um algo a achar,
Nada a se perder de vista.
26/07/2026
A negação de crenças e o heroismo em um rapel, uma cena de cinema realidade sobre um véu, qual a imagem a se acreditar? Como se vive neste niilismo? O que leva cada um ao seu futuro e quais imagens o ser humano é levado a sacramentar?
Momentos, pensamentos, sentimentos e o que mais estiver pelo ar, as vezes é preciso a qualque coisa agradavel simplesmente se apegar.






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