sábado, 16 de maio de 2026

Varrer LoucaMente

 Varrer LoucaMente

Do lixo ao luxo recolhe,
 Cada cidade se sente nua,
Quando eles passam na rua
Em vista que pouco acolhe.

Samba sem falcatrua,
A poeira sacode, ei malhe,
Exercitando o nao se cale,
Varre e coleta, não recua.

Limpa do olhar os males,
Mostra o que compactua,
Alem das valsas e Bailes.

Dança, a limpeza é sua,
Não cansa ainda que rales,
Limpa o luar e leva a Lua.

16/05/2026

Pés que andam, maos que limpam, recolhem o que tantos não ligam, mudam se mudam, se abrigam, dos frios olhares que julgam, de quem depende e não compactua, do preconceito que nãos e atenua. Lida atual sem abaixar a cabeça, vendo a sociedade nua, despida de falsos conceitos ao mostrar quem é na rua, quando ve o gari trabalhando, a rua vai atravessando sem ver que a limpeza que usufrui, passa pelas mãos de quem não flui, aos olhos que luxam o proprio orgulho.

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