Em um passado não tão distante, o mundo olhava itinerante, gente dominando gente e dizendo que não era importante:
Escravocrática Mente
Quando o mundo de repente,
Pensando como bem quis,
Escreveu com sangue e giz,
Quem era e nao era gente.
Desumano hoje se diz,
Mas ainda tem quem sente,
Na pele, dor qual corrente,
Desta tal ideia tão infeliz.
Vender, trocar um ente,
Pela lei e até pela matriz,
Tanta gente foi conivente.
Quem dera não tenha bis,
Este pensamento doente,
Humanidade por um triz.
23/08/2026
Gente vendendo gente, dizendo ser menos, que intrigante, memória, que se diga, memória, tambem a este erro da história, não se pense nem por vanglória em falar de superioridade, por cor ou nacionalidade, por intenção ou vaidade, que não se caia na tentação, de escravizar a humanidade por seja qual for a razão ainda que por sim ou pelo não se venda o trabalho e assiduidade.

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