segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Ilegível Mente

Sobre o que nem eu entendo, poesia as vezes não te compreendo, se me fazes companhia ou se me deixar a reveria:

Ilegível Mente

Poesia que iluminas,
Versos flores e canção,
Odios, amores e a paixão,
Sentimentos que ruminas.

Poetizas a ilusão,
Sonhos pelas retinas,
Pesadelos nas cortinas,
Qualquer poema é refrão.

As vezes tu me ensinas,
Noutras cega minha visão,
Tantas coisas tu desatinas.

Quem nem sei a intenção,
Poesia em escuras esquinas,
Proseando o que poucos lerão. 

19/10/2026

E se a duvida for poética, qual seria a melhor estética, falar de amor ou do que vier, sem tentar ferir a ética, como correta a mente pensar? Em que direção se reclinar quando o sentir se manifesta e a alma cética, fica sem saber que versos escrever, ler ou mesmo acreditar.

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