Ser ou não ser? Eis a questão?
Quem sou eu? Onde estou?
Diga-me você agora, então,
Identidade digital, quem sou?
Siga a qualquer novo IP
Preencha o que der audiência,
Espelho, espelho não, LCD,
Quem é mais belo nessa ciência?
Ligado a tudo matricialmente,
Crendo no que dizem ser verdade,
Onde esta o poder da mente?
Doces Mentiras da Humanidade.
Conectado ao mundo sem saber,
De nada valerão frases perdidas,
O conhecimento só dá poder,
A quem sabe o que fazer das vidas.
Aposta de dados nas nuvens,
Inferno de sistemas falhando,
E todos se achando in heavens,
Por o mundo viver se atualizando.
Conexões múltiplas a um tudo,
Que confuso, se mostra nada,
Portas abertas por todo o mundo
Sem destino se fonte não e dada.
Palavras vídeos e imagens,
Desafiando a nobre inteligência,
As verdades podem ser montagens,
Conexões se fazem com ciência.
26/01/2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Conexoes
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Um Paranaense em São Paulo, apaixonado por Tecnologia, Artes, Cultura Geek, Animes, Natureza e escreve umas coisas por ai!
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Locomotiva
Sem parar os passageiros,
Conduzo na linha, rumo ao infinito,
Passam rápidos e Ligeiros,
Os anos, os fatos, O grito.
Ipiranga muita história,
Museus de arte e de vida,
Vários séculos de memorias,
Cidade maior e querida.
Seus filhos que aqui nascem,
Conhecem os seus defeitos
E os que de longe vem, também,
Mas valorizamos seus feitos.
O que aqui temos de bom,
Canto algum reuni em completo
Anseios, desejos... e então,
A realidade aqui se faz concreto.
Condutora, não conduzida,
A cidade que não para,
Constrói, caminhos, vidas,
E uma exótica beleza rara.
E em um virado a paulista,
Volta seus olhos paladar,
E se intitula terra da pizza,
Com sua culinária espetacular.
Grande Terra do nada e do tudo,
Cidade mãe forte, acolhedora,
Parabéns por traduzires o mundo,
Em seus bairros, rua afora.
Que não se acabe sua gloria,
Que o poder não te sufoque,
Vitoria se faça memoria,
Corrigir erros seja o enfoque.
E que neste dia de comemoração
A cidade seja novamente presente,
Cheia de vigor, energia e ação,
E seja seu habitante consciente.
Fazendo de sua idade aprendizado,
De seu poder um norte um rumo,
Deixando sempre seu legado,
Acima da do dinheiro e consumo.
25/02/2012
Conduzo na linha, rumo ao infinito,
Passam rápidos e Ligeiros,
Os anos, os fatos, O grito.
Ipiranga muita história,
Museus de arte e de vida,
Vários séculos de memorias,
Cidade maior e querida.
Seus filhos que aqui nascem,
Conhecem os seus defeitos
E os que de longe vem, também,
Mas valorizamos seus feitos.
O que aqui temos de bom,
Canto algum reuni em completo
Anseios, desejos... e então,
A realidade aqui se faz concreto.
Condutora, não conduzida,
A cidade que não para,
Constrói, caminhos, vidas,
E uma exótica beleza rara.
E em um virado a paulista,
Volta seus olhos paladar,
E se intitula terra da pizza,
Com sua culinária espetacular.
Grande Terra do nada e do tudo,
Cidade mãe forte, acolhedora,
Parabéns por traduzires o mundo,
Em seus bairros, rua afora.
Que não se acabe sua gloria,
Que o poder não te sufoque,
Vitoria se faça memoria,
Corrigir erros seja o enfoque.
E que neste dia de comemoração
A cidade seja novamente presente,
Cheia de vigor, energia e ação,
E seja seu habitante consciente.
Fazendo de sua idade aprendizado,
De seu poder um norte um rumo,
Deixando sempre seu legado,
Acima da do dinheiro e consumo.
25/02/2012
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Vazio
Vazio este oposto de cheio,
De ideias, de luzes, de metas,
Descrendo do oposto, creio,
Que ainda há pessoas corretas.
Um brilho luz do sol, lindo,
Se esvazia no horizonte,
Pra que a lua venha sorrindo,
Encher a noite em negra fonte.
Alguns vazios são necessários,
Pra mente poder descansar,
Para os pensamentos vários,
Poderem se reorganizar.
O esvaziar-se, permite a energia,
Renovar seu rumo direção,
Equilibrando a nossa sinergia,
Que direciona o coração.
Se o cheio é sinal de poder,
Quando reúne multidões,
De que vale, se esvaziar o ser,
De seus fins comuns e razoes.
Esse vazio contra dissente,
Cheio do barulhento silêncio,
E capaz de encher as mentes,
Do vazio de erros imenso.
A beleza dos detalhes se mostrará,
Quando no vazio o olhar estiver,
E o que muito conquistou olhará,
Podendo repensar o que quer.
24/01/2012
De ideias, de luzes, de metas,
Descrendo do oposto, creio,
Que ainda há pessoas corretas.
Um brilho luz do sol, lindo,
Se esvazia no horizonte,
Pra que a lua venha sorrindo,
Encher a noite em negra fonte.
Alguns vazios são necessários,
Pra mente poder descansar,
Para os pensamentos vários,
Poderem se reorganizar.
O esvaziar-se, permite a energia,
Renovar seu rumo direção,
Equilibrando a nossa sinergia,
Que direciona o coração.
Se o cheio é sinal de poder,
Quando reúne multidões,
De que vale, se esvaziar o ser,
De seus fins comuns e razoes.
Esse vazio contra dissente,
Cheio do barulhento silêncio,
E capaz de encher as mentes,
Do vazio de erros imenso.
A beleza dos detalhes se mostrará,
Quando no vazio o olhar estiver,
E o que muito conquistou olhará,
Podendo repensar o que quer.
24/01/2012
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Enquanto
Recomeça, passageira a Semana,
Passa o dia, passam os trens,
A cidade segue rápida e insana,
Seguem os passos, vais e vens.
Segue o mês, espero o próximo,
Aí vem o carnaval, espere agora,
Trabalhando chuta o ócio,
Corre dentro, corre lá fora.
E quando vê, lá vem São João,
Olha a cobra, olha a chuva,
A ponte quebrou, caiu então,
Independência olha a curva.
Vem com as Crianças, o Finados,
E se pensar já vem natal,
Ano novo, os velhos são passados,
Agora e fazer bem o que fez mal.
Enquanto isso o tempo passa,
Envelheço sem querer,
Vendo a graça e a desgraça,
O mundo inteiro preencher.
Mas olho a vida o verde, esperança,
Que nasce até no duro concreto,
Renovo na vida a minha confiança,
Mesmo que o caminho seja incerto.
Enquanto escrevo em Paz e Luz,
Sei que o universo não há de parar,
E a força eterna que tudo conduz,
O melhor caminho há de mostrar.
23/01/2012
Passa o dia, passam os trens,
A cidade segue rápida e insana,
Seguem os passos, vais e vens.
Segue o mês, espero o próximo,
Aí vem o carnaval, espere agora,
Trabalhando chuta o ócio,
Corre dentro, corre lá fora.
E quando vê, lá vem São João,
Olha a cobra, olha a chuva,
A ponte quebrou, caiu então,
Independência olha a curva.
Vem com as Crianças, o Finados,
E se pensar já vem natal,
Ano novo, os velhos são passados,
Agora e fazer bem o que fez mal.
Enquanto isso o tempo passa,
Envelheço sem querer,
Vendo a graça e a desgraça,
O mundo inteiro preencher.
Mas olho a vida o verde, esperança,
Que nasce até no duro concreto,
Renovo na vida a minha confiança,
Mesmo que o caminho seja incerto.
Enquanto escrevo em Paz e Luz,
Sei que o universo não há de parar,
E a força eterna que tudo conduz,
O melhor caminho há de mostrar.
23/01/2012
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domingo, 22 de janeiro de 2012
Medo
Eu tenho
medo, medo, Do que pode acontecer,
Eu tenho
medo, medo, Do que o tempo tem a me dizer.
Entre
passado e presente, O sonho, o tempo que passou,
Os passos,
o pássaro, as mentes, O Destino se formou!
A cada dia
a espera, Alguém guardava um segredo,
Pra
derrotar a uma fera, E só preciso perder o medo.
Eu tenho
medo, medo, Do que pode acontecer,
Eu tenho
medo, medo, Do que o tempo tem a me dizer.
O tic tac
do relógio, o dia o mês o ano inteiro,
E hoje
perdi a lógica, do tempo que me fez herdeiro!
E se a
semana se foi, eu esperando reencontrar,
O perdido
de meu Oi, e o que não vai jamais Voltar.
Eu tenho
medo, medo, Do que pode acontecer,
Eu tenho
medo, medo, Do que o tempo tem a me dizer.
Enquanto eu
planto uma rosa, O meu jardim já se desfez,
O que era
verso vira prosa, E meu conto “Era uma vez”!
Felizes
para sempre, e se o vento não Soprar,
Fim da
historia Sem começo, E chega à hora de Parar.
Eu tenho
medo, medo, Do que pode acontecer,
Eu tenho
medo, medo, Do que o tempo tem a me dizer.
Eu tenho
medo, medo, Do que pode acontecer,
Eu tenho
medo, medo, Do que o tempo tem a me dizer.
Eu tenho
medo, medo, Do que pode acontecer,
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sábado, 21 de janeiro de 2012
Vento do Deserto
No Frio Desencanto de meu ser,
Minhas buscas incessantes por me encontrar,
Levaram meu ser a se Perder,
Na incerta Certeza do que quero eu hoje buscar.
De meu coração Brota um Vendaval Eterno,
Que se faz força e ao mesmo tempo solidão,
Um doce frio de meu ser em um Inverno,
No qual às vezes acho que jaz meu Coração.
Na areia do meu Deserto ser,
Quero e busco reencontrar todo dia,
Luzes para tentar reviver
As Inspirações de minhas Poesias.
O Instinto já Quase Extinto,
Da Alma de alguém que já foi Sonhador,
Que hoje enxerga o real Recinto,
Em que vivem os "Casos de Amor".
Mudam os Ventos,
Mas o Ar, a Terra, a Água e o Fogo,
São os mesmos Elementos,
Que fazem surgir o dia Novo.
21/01/2012
Minhas buscas incessantes por me encontrar,
Levaram meu ser a se Perder,
Na incerta Certeza do que quero eu hoje buscar.
De meu coração Brota um Vendaval Eterno,
Que se faz força e ao mesmo tempo solidão,
Um doce frio de meu ser em um Inverno,
No qual às vezes acho que jaz meu Coração.
Na areia do meu Deserto ser,
Quero e busco reencontrar todo dia,
Luzes para tentar reviver
As Inspirações de minhas Poesias.
O Instinto já Quase Extinto,
Da Alma de alguém que já foi Sonhador,
Que hoje enxerga o real Recinto,
Em que vivem os "Casos de Amor".
Mudam os Ventos,
Mas o Ar, a Terra, a Água e o Fogo,
São os mesmos Elementos,
Que fazem surgir o dia Novo.
E se são fortes, o sonho e a busca pelo que quero,
Maior é a luta pela perfeição que jamais terei,
E luto com meu próprio ser, me desespero,
Sabendo que qual o coração imperfeito morrerei.
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Esqueça
A vida prega peças sem graça,
Inútil seria revidar,
Enquanto espero na praça,
O próximo Ônibus chegar.
Segredo, não conte a ninguém,
Poetas são insensíveis de alma,
E talvez eu o seja também,
Mas só me trate com Calma.
Pois as flores em sua rara beleza,
Mentem por não serem eternas,
Algumas pedras escondem riquezas,
Mesmo não sendo “In natura" Belas.
Esqueça tudo que escrevo,
Poetas são eternos mentirosos,
Enfeitam o mundo sem medo,
E iludem os corações nossos.
Ah! A bela poesia dádiva Falsa,
Palavras combinadas ao luar,
Dom desprovido de graça,
Que leva alguns seres a sonhar.
E eu, por que eu? Apenas inseto,
Perseguido pelas palavras agora,
Dentro deste ser perdido, incerto,
Procuro a razão das auroras.
Sem sentido, procura insana,
Lembre-se de forma indireta,
A razão do que aqui se explana,
Está em eu talvez, ser Poeta.
21/01/2012
Inútil seria revidar,
Enquanto espero na praça,
O próximo Ônibus chegar.
Segredo, não conte a ninguém,
Poetas são insensíveis de alma,
E talvez eu o seja também,
Mas só me trate com Calma.
Pois as flores em sua rara beleza,
Mentem por não serem eternas,
Algumas pedras escondem riquezas,
Mesmo não sendo “In natura" Belas.
Esqueça tudo que escrevo,
Poetas são eternos mentirosos,
Enfeitam o mundo sem medo,
E iludem os corações nossos.
Ah! A bela poesia dádiva Falsa,
Palavras combinadas ao luar,
Dom desprovido de graça,
Que leva alguns seres a sonhar.
E eu, por que eu? Apenas inseto,
Perseguido pelas palavras agora,
Dentro deste ser perdido, incerto,
Procuro a razão das auroras.
Sem sentido, procura insana,
Lembre-se de forma indireta,
A razão do que aqui se explana,
Está em eu talvez, ser Poeta.
21/01/2012
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domingo, 16 de abril de 2000
Saber Sonhar, Sonhar Saber
Mais uma vez após um dia,
Volto como ser singelo
A comemorar as alegrias,
Disfarçando em mundo belo.
Volto como ser singelo
A comemorar as alegrias,
Disfarçando em mundo belo.
Se a vida é mesmo assim,
Com magias eternidades,
Mudando em pírlimpipim,
Mandando apenas verdades.
Poesia nasce sempre,
Na pura simplicidade,
Corações singelos sabem,
Predispor-se à Humanidade.
Para que criar mentiras,
Num planeta solidão,
Se o mundo sempre vira,
A mesma eterna ilusão.
A poesia é uma mística,
Um mister, uma magia,
Seja na paz ou na critica,
Ela muda o dia a dia.
Saber o que fazer?
Ou fazer o que souber?
Escolher o que dizer,
Ou sonhar com o que quer.
Já não sei o que falar,
Visto que seus objetivos,
O mundo vai completar,
Realizando seus ativos.
Chega de falar,
E também de escutar
Poetas sobrevivem,
Mas não basta só sonhar.
Na sequencia do querer,
Unir-se para não estar só,
Pois sem haver a união,
O homem se torna só pó.
Minha voz se torna alta,
Refletindo a realidade,
Sendo musica e pauta,
Ao ser poeta e liberdade.
Sou o sonho a realizar,
Se realizando para sonhar,
Só deixando de rimar,
Se meu mundo se acabar.
Para parar a malhação,
E não ficar linha em branco,
Seguem versos de paixão
Ao ser mais sincero e franco.
Apesar de tanto amar,
Ainda posso viver,
E ser ainda sonhador,
Isto é o que hei de ser.
Saber sonhar é assim,
A chave de um viver,
Abre portas desta vida,
Sem magia nem poder.
Salvador lá na Bahia,
Tem seus embalos e paixão
Eu me refaço todo dia,
Um sonhador da Ilusão.
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sexta-feira, 14 de abril de 2000
Jogo do Amor
No Meio de Esportes, Recortes,
Amor só de chuva sem sol,
Fiquei neste amor entre toques,
Qual em um jogo de futebol.
Amor só de chuva sem sol,
Fiquei neste amor entre toques,
Qual em um jogo de futebol.
Não sou artilheiro no Amor,
Fui expulso da reserva,
Só sonho, não sou jogador,
Sei em meu país nem neva.
Mas neste país tropical,
Os amores dependem do jogo,
Na certa não na quadra e tal,
Mas nas palavras no fogo.
Mentiras batem na trave,
Verdades são jogadas fora,
Dribles de uns talvez se salve,
Num jogo que quem ama tá fora.
Um futebol de desejos,
De sonhos e ilusões,
Alegrias frases desprezos,
Pedaços de corações.
Na verdade neste Jogo,
O Juiz é de outro campo,
E Jogar assim é fogo
Ainda mais sem tomar tombo.
Por isso o cartão vermelho,
Me tirou até do banco,
Minha briga é com o espelho
Pra ver se a tristeza arranco,
Deste jogador louco,
Coração cheio de amor
Que acha o vermelho pouco
E faz a farra de ser sonhador.
14/04/2000
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domingo, 9 de abril de 2000
Malamores
Sei que estar apaixonado,
É bonito e coisa e tal,
Mas um amor quebrado,
Faz o coração sentir mal.
É bonito e coisa e tal,
Mas um amor quebrado,
Faz o coração sentir mal.
Minhas dores só eu sei
E por alguém tudo faria,
Mas essa luta não ganhei,
Ao contrario eu só perderia.
Não posso negar que amo,
O que seria sonho de amor,
Sendo de sonhos que vivo,
Eterno por ser um sonhador.
E se viver apaixonado,
Perdoe nem sei por quem,
Mas amar não é errado,
E um sempre querem bem.
E de amores já não morro,
Só não sei sem amor viver,
De tristeza sempre corro,
Se não quero, vou correr.
E de passos passará,
Todo tempo que houver,
E o que acontecerá,
Só Deus sabe tenho fé.
De amar não desisti,
Talvez já tenha eu falado,
Mas pra ver alguém sorrir,
Melhor me manter calado.
Um Privilegio de amar,
Novela que não vejo,
Enfim melhor me calar,
Felicidades a ti eu desejo.
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