Eu Vendo,
Tudo que esta aqui,
Vendo,
Um pouco de ti.
Vento,
Faça-me sorrir,
Venta,
Essa dor, longe daqui.
Voa,
Traz-me um amor
Vou,
Acordar desse horror.
Vai,
Não me deixa na mão,
Vá,
Buscar ela então.
Vende-se
Um pouco de mim
Vendo,
Que corro para o fim.
Voa,
Essa brisa tornado,
Volta,
Esse é o lado errado.
Vejo,
Essa serra esse mar,
Vem,
Voando me acordar.
Vento,
De dois faz um só,
Vamos,
Ciclone fazer sem do.
Vendo, vendo,
Vento venta,
Voa, vou,
Vai, vá.
Vende-se, vendo,
Voa, volta
Vejo, vem,
Vento, vamos.
Voo,
Voa, voa,
Vou,
Vuououou...
07/11/2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Vento
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Um Paranaense em São Paulo, apaixonado por Tecnologia, Artes, Cultura Geek, Animes, Natureza e escreve umas coisas por ai!
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Nefastus Templarius
Sacerdotisas e Cavaleiros,
De uma era que não Existiu,
Espalharam-se aos milheiros,
Pelo seu mundo tão Vazio.
Devotos da Solidão,
Choram uma tristeza criada,
Filhos da deusa depressão,
Buscam a impossível amada.
Templários do vazio coração,
Criam metas sem alcance,
Perseguem doce ilusão,
Amargam-se com todo enlace.
Oferecem de si a outrem,
O que desejam ter de volta,
Mas recebem apenas um amem,
De uma seita pouco Devota.
Atam pesados Fardos pra si,
E esperam que outros carreguem,
Torturam-se até para sorrir,
E veem falsidade onde não tem.
Carrega sobre as suas cabeças,
Tão pequenas nuvens, negras,
Que sua Aura fica espessa,
Os impedindo ate de vê-las.
Usam causa e consequência,
Mas a causa e sempre o outro,
As vezes imploram Clemência,
Mas o que concede acaba morto.
Nova ordem mundial,
Zumbis sem sentimentos,
Falam do bem, vivem o mal,
Não enxergam doces momentos.
Sorriem as câmeras escondidas,
Mas fingem seu mau humor,
Atraem os males das vidas,
Mesmo temendo o terror.
Cavaleiros e Sacerdotisas,
De momentos vários no mundo,
Somos nos e Nossas Divisas,
Entre ao bem, ser fiel ou Imundo.
06/11/2013
De uma era que não Existiu,
Espalharam-se aos milheiros,
Pelo seu mundo tão Vazio.
Devotos da Solidão,
Choram uma tristeza criada,
Filhos da deusa depressão,
Buscam a impossível amada.
Templários do vazio coração,
Criam metas sem alcance,
Perseguem doce ilusão,
Amargam-se com todo enlace.
Oferecem de si a outrem,
O que desejam ter de volta,
Mas recebem apenas um amem,
De uma seita pouco Devota.
Atam pesados Fardos pra si,
E esperam que outros carreguem,
Torturam-se até para sorrir,
E veem falsidade onde não tem.
Carrega sobre as suas cabeças,
Tão pequenas nuvens, negras,
Que sua Aura fica espessa,
Os impedindo ate de vê-las.
Usam causa e consequência,
Mas a causa e sempre o outro,
As vezes imploram Clemência,
Mas o que concede acaba morto.
Nova ordem mundial,
Zumbis sem sentimentos,
Falam do bem, vivem o mal,
Não enxergam doces momentos.
Sorriem as câmeras escondidas,
Mas fingem seu mau humor,
Atraem os males das vidas,
Mesmo temendo o terror.
Cavaleiros e Sacerdotisas,
De momentos vários no mundo,
Somos nos e Nossas Divisas,
Entre ao bem, ser fiel ou Imundo.
06/11/2013
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sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Todos os Santos
Dia de todos os Santos,
Eu sei, sou pecador,
Sem esses mantos,
Eu ainda creio no amor.
Com tantas magoas,
Cometo meus erros,
Passam se as águas,
Guardam-se os segredos,
Nessa Divina Comedia,
Há tantos dramas escondidos,
Tanta gente só faz media,
E outros cerram os ouvidos.
Alguns creem na cegueira,
Outros disfarçam Inocência,
E passa se a vida inteira,
Esperando divina clemência.
A santidade,
Talvez não seja, não errar,
Ver a verdade,
Ter na terra o Divino olhar.
E saber o verdadeiro,
Sentido da vida,
Paz e Luz por inteiro,
Cura a alma dividida.
Que o amor seja o guia,
Que leva o coração ferido,
A acreditar em poesia,
Pra alma voltar a ter sorriso.
01/11/2013
Eu sei, sou pecador,
Sem esses mantos,
Eu ainda creio no amor.
Com tantas magoas,
Cometo meus erros,
Passam se as águas,
Guardam-se os segredos,
Nessa Divina Comedia,
Há tantos dramas escondidos,
Tanta gente só faz media,
E outros cerram os ouvidos.
Alguns creem na cegueira,
Outros disfarçam Inocência,
E passa se a vida inteira,
Esperando divina clemência.
A santidade,
Talvez não seja, não errar,
Ver a verdade,
Ter na terra o Divino olhar.
E saber o verdadeiro,
Sentido da vida,
Paz e Luz por inteiro,
Cura a alma dividida.
Que o amor seja o guia,
Que leva o coração ferido,
A acreditar em poesia,
Pra alma voltar a ter sorriso.
01/11/2013
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sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Mascaras
Seres dotados de medos,
Presos por seus rabos,
Escondidos em segredos,
Cedem chantagens e atos.
Você não é quem diz ser,
Não é quem pensa que é,
Você não tem esse poder,
Suas mascaras não são só fé.
Cada um escondido em si,
Escondendo seus segredos
Mostrando um falso sorrir,
Quando isso cai ficam os medos.
Você não é quem quer ser,
Você não mostra quem é,
Esconde em si seu poder,
Você já não usa a sua fé.
Então você encontra alguém,
E Conta as suas mil mentiras,
Mas como você mente bem,
Podem te dar falsas Safiras.
Você não é o querem que sejas,
É uma mentira, o seu sucesso,
E tu não tens o que desejas,
E o tempo é sempre expresso.
Nós somos o que somos,
Você é capaz de aprender,
Que toda mascara que usamos,
Deveria nos Amadurecer.
25/10/2013
Presos por seus rabos,
Escondidos em segredos,
Cedem chantagens e atos.
Você não é quem diz ser,
Não é quem pensa que é,
Você não tem esse poder,
Suas mascaras não são só fé.
Cada um escondido em si,
Escondendo seus segredos
Mostrando um falso sorrir,
Quando isso cai ficam os medos.
Você não é quem quer ser,
Você não mostra quem é,
Esconde em si seu poder,
Você já não usa a sua fé.
Então você encontra alguém,
E Conta as suas mil mentiras,
Mas como você mente bem,
Podem te dar falsas Safiras.
Você não é o querem que sejas,
É uma mentira, o seu sucesso,
E tu não tens o que desejas,
E o tempo é sempre expresso.
Nós somos o que somos,
Você é capaz de aprender,
Que toda mascara que usamos,
Deveria nos Amadurecer.
25/10/2013
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Eterno
Eterno,
É todo pensamento e poesia,
É terno,
Pensar em amor todo dia.
Acordo,
Já pensando em dormir,
Porque,
Sonhando é mais fácil sorrir.
Viver,
Não passa de projeto pra sonhar,
Ninguém,
Consegue no coração mandar
Eterno,
É todo pensamento e poesia,
É terno,
Pensar em amor todo dia.
Às vezes,
A gente se conforma no prazer,
Deseja,
Que vida seja sempre pra valer.
É claro,
Que isso um dia pode ser
Mas até lá
Não quero fazer, sofrer.
Eterno,
É todo pensamento e poesia,
É terno,
Pensar em amor todo dia.
Sorria,
Você esta sendo filmada,
Meus olhos,
Desejam te acordados amada.
Por que,
A noite se meu travesseiro deixar.
É sempre,
Com seus olhos que quero sonhar.
Eterno,
É todo pensamento e poesia,
É terno,
Pensar em amor todo dia.
Tão Épico,
Quanto a paz no mundo,
É cada,
Dia momento e segundo.
Na lúdica,
Mente louca do sonhador poeta.
Esqueça,
Poesias são mentiras Incertas.
Eterno,
É todo pensamento e poesia,
É terno,
Pensar em amor todo dia.
25/10/2013
É todo pensamento e poesia,
É terno,
Pensar em amor todo dia.
Acordo,
Já pensando em dormir,
Porque,
Sonhando é mais fácil sorrir.
Viver,
Não passa de projeto pra sonhar,
Ninguém,
Consegue no coração mandar
Eterno,
É todo pensamento e poesia,
É terno,
Pensar em amor todo dia.
Às vezes,
A gente se conforma no prazer,
Deseja,
Que vida seja sempre pra valer.
É claro,
Que isso um dia pode ser
Mas até lá
Não quero fazer, sofrer.
Eterno,
É todo pensamento e poesia,
É terno,
Pensar em amor todo dia.
Sorria,
Você esta sendo filmada,
Meus olhos,
Desejam te acordados amada.
Por que,
A noite se meu travesseiro deixar.
É sempre,
Com seus olhos que quero sonhar.
Eterno,
É todo pensamento e poesia,
É terno,
Pensar em amor todo dia.
Tão Épico,
Quanto a paz no mundo,
É cada,
Dia momento e segundo.
Na lúdica,
Mente louca do sonhador poeta.
Esqueça,
Poesias são mentiras Incertas.
Eterno,
É todo pensamento e poesia,
É terno,
Pensar em amor todo dia.
25/10/2013
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segunda-feira, 21 de outubro de 2013
A Lenda do Amor
Rezam as lendas antigas,
Que esses seres bizarros,
Tão criadores de intrigas,
Teriam vindo do Barro.
Que uma mão bondosa,
Seus corpos com paz moldou,
E os despertou qual flor, Rosa,
Com um doce sopro de Amor.
Esse seria o Amor pleno,
Maior que toda emoção,
Que invade o peito sereno,
E faz Pulsar o coração,
Mas curioso este ser,
Destrinchou o sentimento,
Preferindo partes viver,
Sem Paraíso, em Tormento.
Da Ágape lenda Presente,
Surge o Philus Amor,
Que toda Família sente,
O bem acima da dor.
O querer bem ao irmão,
Dos pais o doce castigo,
Pra ensinar o coração,
O quanto vale Estar Vivo.
Então a alma se despiu,
E alguns chamaram Profanus,
O amor Eros tão sutil,
E o esconderam entre panos.
Desejo repreendido,
Na Ágape fonte do prazer,
Mas quando dividido,
Capaz de fazer arrepender-se.
E ainda restou do Amor,
A lenda de que ha Razão,
O Pragma doce Terror,
Manipulando o coração.
Amor este que sufoca,
Mata qualquer esperança,
Se no sentir, não há lógica,
Melhor não ter nem lembrança.
Ainda que tão dividido,
Poetas creem na canção,
Ninguém encontra o sentido,
Se quiser dominar o Coração.
21/10/2013
Que esses seres bizarros,
Tão criadores de intrigas,
Teriam vindo do Barro.
Que uma mão bondosa,
Seus corpos com paz moldou,
E os despertou qual flor, Rosa,
Com um doce sopro de Amor.
Esse seria o Amor pleno,
Maior que toda emoção,
Que invade o peito sereno,
E faz Pulsar o coração,
Mas curioso este ser,
Destrinchou o sentimento,
Preferindo partes viver,
Sem Paraíso, em Tormento.
Da Ágape lenda Presente,
Surge o Philus Amor,
Que toda Família sente,
O bem acima da dor.
O querer bem ao irmão,
Dos pais o doce castigo,
Pra ensinar o coração,
O quanto vale Estar Vivo.
Então a alma se despiu,
E alguns chamaram Profanus,
O amor Eros tão sutil,
E o esconderam entre panos.
Desejo repreendido,
Na Ágape fonte do prazer,
Mas quando dividido,
Capaz de fazer arrepender-se.
E ainda restou do Amor,
A lenda de que ha Razão,
O Pragma doce Terror,
Manipulando o coração.
Amor este que sufoca,
Mata qualquer esperança,
Se no sentir, não há lógica,
Melhor não ter nem lembrança.
Ainda que tão dividido,
Poetas creem na canção,
Ninguém encontra o sentido,
Se quiser dominar o Coração.
21/10/2013
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quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Estranhos Versos
Uma estrada,
Dois caminhos,
Correto e Obvio,
Junto ou sozinho.
Pra onde,
O que,
Com quem,
E por quê?
Se tudo é bom,
Pra quem será,
Café com pão,
Ate o almoçar.
Tão sem sentido,
Essa loucura,
Fecho os ouvidos,
Tudo é ditadura.
Me de mais um pouco,
Desse ópio sem razão,
Amor de cada louco,
Que ainda tem coração.
Deixa me crer,
Que ainda há,
Quem pode ver,
Além do mar.
Sentimentos possíveis,
Onde clama o corpo,
Por toques sensíveis,
Beijos e caricias são escopo.
Do que a alma buscará,
Pra acalmar toda fúria,
E assim o medo, controlará,
Pra sorrir com Alegria.
Insano verso,
Sem noção,
Só o inverso,
É a Razão.
17/10/2013
Dois caminhos,
Correto e Obvio,
Junto ou sozinho.
Pra onde,
O que,
Com quem,
E por quê?
Se tudo é bom,
Pra quem será,
Café com pão,
Ate o almoçar.
Tão sem sentido,
Essa loucura,
Fecho os ouvidos,
Tudo é ditadura.
Me de mais um pouco,
Desse ópio sem razão,
Amor de cada louco,
Que ainda tem coração.
Deixa me crer,
Que ainda há,
Quem pode ver,
Além do mar.
Sentimentos possíveis,
Onde clama o corpo,
Por toques sensíveis,
Beijos e caricias são escopo.
Do que a alma buscará,
Pra acalmar toda fúria,
E assim o medo, controlará,
Pra sorrir com Alegria.
Insano verso,
Sem noção,
Só o inverso,
É a Razão.
17/10/2013
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quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Inocência condenada
Eu não sei, eu não fiz nada,
Ate então era inocente,
Na Inocência já condenada,
Mais um erro indecente.
Mas Inverteram os papeis,
Pra soltar quem errou,
Condenaram todos os fieis,
Pra libertar quem faz terror.
Enquanto a estranha madrugada,
Esconde segredos pelas ruas,
Toda Inocência é condenada,
Por não sair despida e nua.
Eu não sei, eu não fiz nada,
Ate então era inocente,
Na Inocência já condenada,
Mais um erro indecente.
Mas onde esta o nobre réu,
Que tudo faz, mas sem querer,
Foi comprar sua vaga no céu,
E condenar a mim e você.
Porque desperdiçamos a vida,
Prazer, perdemos no respeito,
Toda Inocência, esta perdida,
Afinal errar é um direito.
Eu não sei, eu não fiz nada,
Ate então era inocente,
Na Inocência já condenada,
Mais um erro indecente.
Onde essa tal justiça?
Miseramente deslocada,
Teria aderido a preguiça?
Ou desvirtuada e drogada.
Então a ordem e progresso,
Esse gigante sem noção,
Não tem destino, nem regresso,
Condenado a própria mão.
Eu não sei, eu não fiz nada,
Ate então era inocente,
Na Inocência já condenada,
Mais um erro indecente.
Eu não sei, eu não fiz nada,
Ate então era inocente,
Minha culpa é mão atada
E um triste rosto, sorridente.
16/10/2013
Ate então era inocente,
Na Inocência já condenada,
Mais um erro indecente.
Mas Inverteram os papeis,
Pra soltar quem errou,
Condenaram todos os fieis,
Pra libertar quem faz terror.
Enquanto a estranha madrugada,
Esconde segredos pelas ruas,
Toda Inocência é condenada,
Por não sair despida e nua.
Eu não sei, eu não fiz nada,
Ate então era inocente,
Na Inocência já condenada,
Mais um erro indecente.
Mas onde esta o nobre réu,
Que tudo faz, mas sem querer,
Foi comprar sua vaga no céu,
E condenar a mim e você.
Porque desperdiçamos a vida,
Prazer, perdemos no respeito,
Toda Inocência, esta perdida,
Afinal errar é um direito.
Eu não sei, eu não fiz nada,
Ate então era inocente,
Na Inocência já condenada,
Mais um erro indecente.
Onde essa tal justiça?
Miseramente deslocada,
Teria aderido a preguiça?
Ou desvirtuada e drogada.
Então a ordem e progresso,
Esse gigante sem noção,
Não tem destino, nem regresso,
Condenado a própria mão.
Eu não sei, eu não fiz nada,
Ate então era inocente,
Na Inocência já condenada,
Mais um erro indecente.
Eu não sei, eu não fiz nada,
Ate então era inocente,
Minha culpa é mão atada
E um triste rosto, sorridente.
16/10/2013
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terça-feira, 15 de outubro de 2013
Perfeitamente
Começa aqui e agora,
Nesta noite a Eternidade,
E só tu, no mundo afora,
De seu mundo, verás a verdade.
No eterno céu, brilha a lua,
E se entrelaçam os desejos,
Perfeitamente a pele nua,
Tanto anseia doces Beijos.
É só um sonho, salvar o mundo,
O heroísmo de um olhar,
Passa o tempo, em um segundo,
E já não sei o que pensar.
Perfeitamente imperfeitos,
Os meus sonhos vão morrer,
Sei que todos têm defeitos,
Quem dirá o que é melhor fazer?
No olhar a alma aberta, Carinho,
Deixa a lagrima, um traço,
Estou cansado, dormir sozinho,
Queria ao menos um abraço.
Perfeitamente, ninguém,
Vai ouvir esse desejo,
Falam ao vento, olhos de quem,
Esqueceu o que é um beijo.
Perfeitamente tudo passa,
Ou tudo jamais vira canção,
Perdidas, se vão todas as palavras,
Dentro de um frio Coração.
15/10/2013
Nesta noite a Eternidade,
E só tu, no mundo afora,
De seu mundo, verás a verdade.
No eterno céu, brilha a lua,
E se entrelaçam os desejos,
Perfeitamente a pele nua,
Tanto anseia doces Beijos.
É só um sonho, salvar o mundo,
O heroísmo de um olhar,
Passa o tempo, em um segundo,
E já não sei o que pensar.
Perfeitamente imperfeitos,
Os meus sonhos vão morrer,
Sei que todos têm defeitos,
Quem dirá o que é melhor fazer?
No olhar a alma aberta, Carinho,
Deixa a lagrima, um traço,
Estou cansado, dormir sozinho,
Queria ao menos um abraço.
Perfeitamente, ninguém,
Vai ouvir esse desejo,
Falam ao vento, olhos de quem,
Esqueceu o que é um beijo.
Perfeitamente tudo passa,
Ou tudo jamais vira canção,
Perdidas, se vão todas as palavras,
Dentro de um frio Coração.
15/10/2013
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quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Soneto das Almas
Levantai vossos esqueletos,
Vós que chafurdais poeira,
Não se digna, quem esgueira,
Em versos, Prosa ou Soneto.
N'lamentes morte em vida,
Nem adoreis a Anúbis,
Ou ajoelhe se a Osíris,
Se a Paz ainda é pretendida.
Conjura o poder de Atenas,
Veste de Hércules, a força,
Buscaras no Soneto das Almas.
Pra teus delírios, as curas,
Quebra o medo qual louça,
E vitórias terás c' Branduras.
10/10/2013
Vós que chafurdais poeira,
Não se digna, quem esgueira,
Em versos, Prosa ou Soneto.
N'lamentes morte em vida,
Nem adoreis a Anúbis,
Ou ajoelhe se a Osíris,
Se a Paz ainda é pretendida.
Conjura o poder de Atenas,
Veste de Hércules, a força,
Buscaras no Soneto das Almas.
Pra teus delírios, as curas,
Quebra o medo qual louça,
E vitórias terás c' Branduras.
10/10/2013
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