Você, que não nasceu lutando,
E a cada dia pequeno se sente,
Cuidado não fique chorando,
Subestimando o poder da mente.
Nem todos nascem dominando,
Mas somos providos de aprender,
Alfa é sempre estar lutando,
Para sustentar o próprio viver.
Não se prenda nesses altares,
De paradigmas perdidos,
De dogmas tão salutares,
Que matam prazeres, e sorrisos.
Nós somos mais,
Que perdidos sacrifícios,
Nos custa a paz,
Lutar por nosso benefício.
Nascidos para vencer,
Vencidos apenas pelo medo,
Alfa doce reflorescer,
Pelos valores sem segredos.
Amanhã, quando nascer o sol,
Serei eu o meu maior fã,
Dominando o bem e o mal,
Serei bem mais eu, amanhã.
General das minhas batalhas,
Soldado de minhas causas,
Responsável por minhas falhas,
E pelas minhas vitórias Alfa.
27/02/2014
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Alfa
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Um Paranaense em São Paulo, apaixonado por Tecnologia, Artes, Cultura Geek, Animes, Natureza e escreve umas coisas por ai!
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Inspira Ação
Doce vinho das veias,
Palavra é arma sem munição,
Fantasias, princesas ou sereias,
Uni Verso chuva da Emoção.
Perfume doce de Baco,
Desejo e flerte fatal,
Poesia? Mero Suicídio? Fato
Sorrisos e agonia, bem e mal.
Poesia é respirar inspiração,
Se drogar na vergonha da vida,
É chorar a ausência de Ação,
É amar em pensamento, oh querida.
Poetas esses falsos mentirosos,
Esses olhos que tudo veem,
Denúncias de Secos ossos,
Riqueza dos que nada têm.
Esqueça tudo que digo,
É tudo apenas verso,
Poeta são falsos, mendigos,
Moedas de um doce Inverso.
Confunde? É esse o fundo,
Escolha o que é seu real,
Cada verso tem seu mundo,
Qual seu verso ideal?
Escolha entre as prosas contadas,
Os contos cantados aos gritos,
As vidas por Deus tão recitadas,
As vãs filosofias, e os árduos mitos.
Qual o tamanho da sua fé?
E qual sua magia de Ação?
Deus inspira no bem quem quer,
Age até quem nem tem devoção.
Inspira o medo, a coragem,
O chorar e o doce sorriso,
Inspiram o calor e a friagem,
Até mesmo o Áspero e o liso.
Esquecerás tudo que dizem,
Se não te inspirares a agir,
Seremos mais corpos que jazem,
Se não deixarmos o verso vivo fluir.
13/02/2014
Palavra é arma sem munição,
Fantasias, princesas ou sereias,
Uni Verso chuva da Emoção.
Perfume doce de Baco,
Desejo e flerte fatal,
Poesia? Mero Suicídio? Fato
Sorrisos e agonia, bem e mal.
Poesia é respirar inspiração,
Se drogar na vergonha da vida,
É chorar a ausência de Ação,
É amar em pensamento, oh querida.
Poetas esses falsos mentirosos,
Esses olhos que tudo veem,
Denúncias de Secos ossos,
Riqueza dos que nada têm.
Esqueça tudo que digo,
É tudo apenas verso,
Poeta são falsos, mendigos,
Moedas de um doce Inverso.
Confunde? É esse o fundo,
Escolha o que é seu real,
Cada verso tem seu mundo,
Qual seu verso ideal?
Escolha entre as prosas contadas,
Os contos cantados aos gritos,
As vidas por Deus tão recitadas,
As vãs filosofias, e os árduos mitos.
Qual o tamanho da sua fé?
E qual sua magia de Ação?
Deus inspira no bem quem quer,
Age até quem nem tem devoção.
Inspira o medo, a coragem,
O chorar e o doce sorriso,
Inspiram o calor e a friagem,
Até mesmo o Áspero e o liso.
Esquecerás tudo que dizem,
Se não te inspirares a agir,
Seremos mais corpos que jazem,
Se não deixarmos o verso vivo fluir.
13/02/2014
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sábado, 25 de janeiro de 2014
Para Tudo
Silêncio,
Meus lábios,
Não se calam,
Eu trago a marca da Revolução.
Salve minha São,
São tantos rostos,
Salve Coração,
São Paulo de todos os gostos.
Doce terra da Garoa,
Cidade que não para,
Todos param, gente boa,
Tanto trabalho de se admirar.
Salve SAMPA com chorinho,
E cultura por todos os cantos,
Salve, salve seus meninos,
Que de engraxates tem encantos.
A meiga malandragem paulistana,
Da graça mineira o sorriso nortista,
Sotaques do sul e jeito indígena,
Olhar ítalo ou Oriental, gente Paulista.
Parabéns por sua mistura,
Baião de dois ou de milhares,
Essa são Paulo das Culturas,
Que a cada dia atrai mais Olhares.
Aos que são e aos que,
Se Fizeram Paulistanos.
Feliz seja São Paulo,
Por este e por todos os anos.
25/01/2014
Meus lábios,
Não se calam,
Eu trago a marca da Revolução.
Salve minha São,
São tantos rostos,
Salve Coração,
São Paulo de todos os gostos.
Doce terra da Garoa,
Cidade que não para,
Todos param, gente boa,
Tanto trabalho de se admirar.
Salve SAMPA com chorinho,
E cultura por todos os cantos,
Salve, salve seus meninos,
Que de engraxates tem encantos.
A meiga malandragem paulistana,
Da graça mineira o sorriso nortista,
Sotaques do sul e jeito indígena,
Olhar ítalo ou Oriental, gente Paulista.
Parabéns por sua mistura,
Baião de dois ou de milhares,
Essa são Paulo das Culturas,
Que a cada dia atrai mais Olhares.
Aos que são e aos que,
Se Fizeram Paulistanos.
Feliz seja São Paulo,
Por este e por todos os anos.
25/01/2014
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Parabéns Sampa,
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sábado, 28 de dezembro de 2013
Tenho
Tenho medo, coragem,
Ainda é cedo,
Tão poucos agem,
Tantos segredos.
O ontem o hoje,
O que espero?
Do que se foge,
Qual teu esmero.
Tenho medo,
Do que fui,
Do que serei, cedo,
E o que se inclui.
Ontem e amanhã,
Nem existem aqui,
Se toda mente for sã,
Muito se vai construir.
Medo tu que és rei
Em toda mente guardado,
Fazes estender o que sei.
E te usas presente o passado.
Medo ao ser humano,
É alimento domínio,
Se faz desalento
Ferramenta do desígnio.
Só há segredos, sonhos,
Se a vida permite, atenta,
Se o homem faz seus planos,
E ao insistir ele sempre tenta.
Então, olha o horizonte,
Refaz o brilho do olhar,
Realinha as suas fontes,
Para em quatorze sonhar.
Sem medos
O pensar é vitorioso,
Constroem futuro seus Dedos,
E tudo se faz glorioso.
28/12/2013
Ainda é cedo,
Tão poucos agem,
Tantos segredos.
O ontem o hoje,
O que espero?
Do que se foge,
Qual teu esmero.
Tenho medo,
Do que fui,
Do que serei, cedo,
E o que se inclui.
Ontem e amanhã,
Nem existem aqui,
Se toda mente for sã,
Muito se vai construir.
Medo tu que és rei
Em toda mente guardado,
Fazes estender o que sei.
E te usas presente o passado.
Medo ao ser humano,
É alimento domínio,
Se faz desalento
Ferramenta do desígnio.
Só há segredos, sonhos,
Se a vida permite, atenta,
Se o homem faz seus planos,
E ao insistir ele sempre tenta.
Então, olha o horizonte,
Refaz o brilho do olhar,
Realinha as suas fontes,
Para em quatorze sonhar.
Sem medos
O pensar é vitorioso,
Constroem futuro seus Dedos,
E tudo se faz glorioso.
28/12/2013
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Homo sapiens
Se eu não sentisse nada,
Eu não seria humano,
Outro conto de fada,
Sem o encanto profano.
Sou homem me excita o beijo,
Sou quente, quero o abraço,
Sou árduo fervo em desejo,
Tesão me acende sem laço.
Sou humano a carne queima,
O mais, dócil pensamento,
Contra o Sapiens a gente teima,
E tão bom curtir momento.
Respeito precisa reinar,
É tão bom sentir, querer bem,
Antes o respeito no olhar,
Do que ao desespero dizer amém.
Se o homem age com sabedoria,
Garante um futuro inteligente,
Quem busca ter tudo um dia,
Perde o que teria pela frente.
Ciência da paz respeito,
Desejos podem ser controlados,
Amar e mais que um direito,
É a cura aos desesperados.
Se a luz, me permitir,
Quero sentir a alma pelo ar,
Amar e fazer sorrir,
Que isso não seja só sonhar.
16/12/2013
Eu não seria humano,
Outro conto de fada,
Sem o encanto profano.
Sou homem me excita o beijo,
Sou quente, quero o abraço,
Sou árduo fervo em desejo,
Tesão me acende sem laço.
Sou humano a carne queima,
O mais, dócil pensamento,
Contra o Sapiens a gente teima,
E tão bom curtir momento.
Respeito precisa reinar,
É tão bom sentir, querer bem,
Antes o respeito no olhar,
Do que ao desespero dizer amém.
Se o homem age com sabedoria,
Garante um futuro inteligente,
Quem busca ter tudo um dia,
Perde o que teria pela frente.
Ciência da paz respeito,
Desejos podem ser controlados,
Amar e mais que um direito,
É a cura aos desesperados.
Se a luz, me permitir,
Quero sentir a alma pelo ar,
Amar e fazer sorrir,
Que isso não seja só sonhar.
16/12/2013
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apenas humano,
Nem anjo nem demônio,
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Valsa das Vidas
Dança comigo essa Valsa,
E já não me importará,
Se é dia ou noite falsa,
Se é claro ou escurecerá
Toma minhas mãos com paixão,
Me abraça com a ternura total,
Fecha meus olhos de ilusão,
Já não importa o bem ou mal.
Baila em meu semblante,
Domina meu olhar e rosto,
Rouba me cada instante,
Cobra-me da vida o imposto.
Dança comigo na alegria,
Ri das minhas tristezas,
Tu que em alvas vestes do dia,
Es a alma negra das proezas.
Ludibria meus sentimentos,
Diz me que não preciso,
Viver na vida momentos,
Nem saborear meu sorriso.
Concede-me a benção, desgraça,
Do insensível, forte coração,
Que para viver, sonhos destroça,
Com qualquer desejo e paixão.
Dança comigo essa noite,
Seu nome apenas não saberia,
Te chamam de mente e de açoite
Te apelidaram de uma poesia.
Mas, sei que és solidão,
És saudade do que nem tenho,
Castigo dos que se vão,
E aos que ficam és desdenho.
É a alma do anjo caído,
A maça de Adão e Eva,
A tentação do Paraíso,
O Desejo, a luz e a treva.
Mas, dança comigo essa manhã,
Nessa multidão tão perdida e só,
A Valsa das vidas mais sãs,
Antes que voltemos Ao Pó.
11/12/2013
E já não me importará,
Se é dia ou noite falsa,
Se é claro ou escurecerá
Toma minhas mãos com paixão,
Me abraça com a ternura total,
Fecha meus olhos de ilusão,
Já não importa o bem ou mal.
Baila em meu semblante,
Domina meu olhar e rosto,
Rouba me cada instante,
Cobra-me da vida o imposto.
Dança comigo na alegria,
Ri das minhas tristezas,
Tu que em alvas vestes do dia,
Es a alma negra das proezas.
Ludibria meus sentimentos,
Diz me que não preciso,
Viver na vida momentos,
Nem saborear meu sorriso.
Concede-me a benção, desgraça,
Do insensível, forte coração,
Que para viver, sonhos destroça,
Com qualquer desejo e paixão.
Dança comigo essa noite,
Seu nome apenas não saberia,
Te chamam de mente e de açoite
Te apelidaram de uma poesia.
Mas, sei que és solidão,
És saudade do que nem tenho,
Castigo dos que se vão,
E aos que ficam és desdenho.
É a alma do anjo caído,
A maça de Adão e Eva,
A tentação do Paraíso,
O Desejo, a luz e a treva.
Mas, dança comigo essa manhã,
Nessa multidão tão perdida e só,
A Valsa das vidas mais sãs,
Antes que voltemos Ao Pó.
11/12/2013
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Nesse Cidade
Cansa-se, de planejar muito,
De pensar demais,
De viver tão pouco.
Talvez isso seja,
Só mais um plano,
Talvez ate seja loucura.
Ser lucidamente, Tão insano,
A ponto de ser,
Como diz esse plano.
É preciso viver mais,
Pensar menos, Sorrir muito,
Ser mais sereno a si mesmo.
Buscar os segredos, da paz interior,
Beber das fontes,
Da juventude e do amor.
É preciso sentir, e não Sentar,
Partir, sem se cansar,
Que o tédio, não domine.
Que aquilo, que não define,
Passe a ser novo,
Ainda que aos poucos.
Que tudo se renove,
Que surjam sorrisos,
Que o sonhar se aprove,
E rostos em paz, ricos.
Se façam a nova razão,
Que a nova era seja de paz,
E que em cada coração,
No querer luz se refaz.
E quem quiser, seja bem vindo,
Pois um novo dia, já vem surgindo.
As Amizades sejam o motor, o sentimento,
Seja a partida.
E o Tempo, Combustível,
Que seja queimado,
Com consistência,
Pelo desejo motor, Temível.
Que explode às vezes,
Descontrolado, às vezes,
Afoga-se, até sufocado,
Mas basta partir acelerado.
Pra ir ate os limites do querer,
Perto do muro do poder,
Sentir a maresia de Viver
E quem sabe a brisa de Feliz Ser.
De pensar demais,
De viver tão pouco.
Talvez isso seja,
Só mais um plano,
Talvez ate seja loucura.
Ser lucidamente, Tão insano,
A ponto de ser,
Como diz esse plano.
É preciso viver mais,
Pensar menos, Sorrir muito,
Ser mais sereno a si mesmo.
Buscar os segredos, da paz interior,
Beber das fontes,
Da juventude e do amor.
É preciso sentir, e não Sentar,
Partir, sem se cansar,
Que o tédio, não domine.
Que aquilo, que não define,
Passe a ser novo,
Ainda que aos poucos.
Que tudo se renove,
Que surjam sorrisos,
Que o sonhar se aprove,
E rostos em paz, ricos.
Se façam a nova razão,
Que a nova era seja de paz,
E que em cada coração,
No querer luz se refaz.
E quem quiser, seja bem vindo,
Pois um novo dia, já vem surgindo.
As Amizades sejam o motor, o sentimento,
Seja a partida.
E o Tempo, Combustível,
Que seja queimado,
Com consistência,
Pelo desejo motor, Temível.
Que explode às vezes,
Descontrolado, às vezes,
Afoga-se, até sufocado,
Mas basta partir acelerado.
Pra ir ate os limites do querer,
Perto do muro do poder,
Sentir a maresia de Viver
E quem sabe a brisa de Feliz Ser.
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Necessidade,
Nessa Cidade,
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013
A Culpa
A cena do crime,
Olhares perdidos,
Nada se define,
Procuram-se bandidos.
Vitimas farsas reais,
Olhares vazios,
No que cremos mais?
No chão vertem rios.
A sede satisfaz?
Culpa sua? Minha?
Pensar em paz?
Parar no tempo?
Pior que a epidemia,
Que espalha pelo ar,
É o medo, a impoesia,
Capaz de tudo parar.
Culpa dele, culpa dela,
A quem vou culpar?
Enquanto, pela janela,
O mundo vai passar.
Sentado na praia,
Disse-me o mar,
Que mesmo a vaia,
Deve me encorajar.
Culpa deles, louco,
O crime aconteceu,
Não houve morte, tampouco,
Valor algum se perdeu.
Veio o vento a brisa,
Olha aquela bela flor,
A culpa é uma Poetisa,
Que ironizam na Dor.
Culpa Nossa? Talvez,
Culpa minha? Certeza.
Inocente, desta vez,
Se usar da destreza.
A pena pelo crime,
Estar mais preso a mim,
Pois nem Deus, me reprime,
Quando o sorriso é meu Fim.
Meus Juízes absolveram,
Toda a culpa, pra me alegrar,
E minha divida, com Ele,
É paga ao voltar a Sonhar.
Olhares perdidos,
Nada se define,
Procuram-se bandidos.
Vitimas farsas reais,
Olhares vazios,
No que cremos mais?
No chão vertem rios.
A sede satisfaz?
Culpa sua? Minha?
Pensar em paz?
Parar no tempo?
Pior que a epidemia,
Que espalha pelo ar,
É o medo, a impoesia,
Capaz de tudo parar.
Culpa dele, culpa dela,
A quem vou culpar?
Enquanto, pela janela,
O mundo vai passar.
Sentado na praia,
Disse-me o mar,
Que mesmo a vaia,
Deve me encorajar.
Culpa deles, louco,
O crime aconteceu,
Não houve morte, tampouco,
Valor algum se perdeu.
Veio o vento a brisa,
Olha aquela bela flor,
A culpa é uma Poetisa,
Que ironizam na Dor.
Culpa Nossa? Talvez,
Culpa minha? Certeza.
Inocente, desta vez,
Se usar da destreza.
A pena pelo crime,
Estar mais preso a mim,
Pois nem Deus, me reprime,
Quando o sorriso é meu Fim.
Meus Juízes absolveram,
Toda a culpa, pra me alegrar,
E minha divida, com Ele,
É paga ao voltar a Sonhar.
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
É Tudo ou Nada (Viraall vira-lata)
É tudo que quero,
E o que posso é nada,
É tudo em protesto,
Vira all, Vira lata.
Na manha seguinte,
Do dia anterior
Acorda-me a TV, requinte,
Vem botando o terror.
Assalto a mão armada,
Que bela armação,
Entregue a sua espada,
Aos guerreiros Cão.
Na semana passada
Dos dias perdidos,
Quanta grana desviada,
E lançamentos sortidos.
O que quero custa caro,
E nem posso ter,
É caro ter um carro,
E claro é caro sorrir e viver.
E no mundo futuro?
O barato é louco?
É tudo inseguro?
O seu muito é pouco?
Olha o lançamento?
Tu não podes perder?
Pra que sentimento?
Comprar é Viver...
Meu caro Viral,
Que voa nas redes,
Não me faças mal,
Não me mate de sedes.
Se o novo é tão bom,
Por que a saudade?
Se o velho é canção,
Pra que novidade?
É tudo que quero,
E o que posso é nada,
É tudo em protesto,
Vira all, Vira lata.
Nas ruas caminham,
Tanta gente perdida,
Uns amam sozinhos,
Outros odeiam a vida.
Viral vira-latas, vira tudo,
Vira all o que, quero,
É só soltar um grito mudo,
Pra mudar melhor, espero.
E o que posso é nada,
É tudo em protesto,
Vira all, Vira lata.
Na manha seguinte,
Do dia anterior
Acorda-me a TV, requinte,
Vem botando o terror.
Assalto a mão armada,
Que bela armação,
Entregue a sua espada,
Aos guerreiros Cão.
Na semana passada
Dos dias perdidos,
Quanta grana desviada,
E lançamentos sortidos.
O que quero custa caro,
E nem posso ter,
É caro ter um carro,
E claro é caro sorrir e viver.
E no mundo futuro?
O barato é louco?
É tudo inseguro?
O seu muito é pouco?
Olha o lançamento?
Tu não podes perder?
Pra que sentimento?
Comprar é Viver...
Meu caro Viral,
Que voa nas redes,
Não me faças mal,
Não me mate de sedes.
Se o novo é tão bom,
Por que a saudade?
Se o velho é canção,
Pra que novidade?
É tudo que quero,
E o que posso é nada,
É tudo em protesto,
Vira all, Vira lata.
Nas ruas caminham,
Tanta gente perdida,
Uns amam sozinhos,
Outros odeiam a vida.
Viral vira-latas, vira tudo,
Vira all o que, quero,
É só soltar um grito mudo,
Pra mudar melhor, espero.
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segunda-feira, 25 de novembro de 2013
No Princípio
E o que era o verbo senão o Fazer,
Enxergue e Veja quem não é cego,
Que Poder há em um viver.
Tudo começou de Uma Magia infinita,
De um “faça se” e Eis que se fez,
Assim como toda Força Bendita,
Tal qual uma fé naquilo que Crês.
Mas então bastara querer eu que se faça?
Pois sempre quis tudo e nada tenho na mão,
Seria eu ser de uma tão grande Desgraça,
Que culpa recai em meu coração?
Disse-me um dia minha companheira a Poesia,
Desejas a Rosa que ao Mundo pertence,
Desejos Vazios não trazem nenhuma Alegria,
Já tens o que queres teu espetáculo circense.
Em resposta lhe disse com certa Nostalgia,
Desejarei eu apenas “Panis ET Circencis” então,
Disse-me ela Gritando neste incerto dia,
Deves desejar com Corpo, Alma e Coração.
Então Desejei meu Amanha em Felicidades Plena,
Mas ela disse que neste plano desde seu inicio,
A Plenitude não poderá entrar em Cena,
Pois não e pertencente ao Humano Principio.
O Gênesis do Amanha e o Presente,
Então use Seu poder do Faça-se agora,
Deseje o que queres Plantar e Plante,
Mas não se Preocupe demais com a demora.
Nem tudo e como a gente Deseja,
Desejo e como a Paixão ardente,
No momento e tudo pra quem Beija,
Mas pode ser ódio e medo pra quem mente.
Origem do Verbo a Principio não se muda,
Principio da Origem verbal em sintaxes,
Desejo que inocente que és não se Iluda,
Pois o Futuro pode ter muitas Faces.
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