Rotina,
Essa é a nossa, rotina,
Repete tet a tet,
Até os sonhos se perdem.
Acordar.
Sorrir e se expressar,
Sorrir, viver, sonhar,
Sai dessa para de rodar.
Se todo dia algo novo,
Pode ser planejado,
Chega de pão com ovo,
Se repetiu tá bugado.
O que há de errado,
Qual é a desse loop,
Tudo continuado,
Tô verde feito o Hulck.
Deve ter algum comando,
Um jeito de sair daqui,
Vejo tudo mudando,
Será porque eu sorri?
A vida e de escolhas,
Qual sua concessão,
Ficar no plástico bolha,
Ou ter o risco da ação.
Esperar de tudo e todos,
Que sempre venha a nós,
Pode ter o lado cômodo,
Mas gera rotina após.
O caminho está aberto,
Siga os tijolos amarelos,
Ou saia voe por perto,
Pra ver outros caminhos belos.
Arriscar e uma arte,
Quando bem planejada,
Sonhar sorrir faz parte,
Sair do rumo do nada.
Essa a nossa, rotina,
Um infinito a parte,
Se você não procrastina,
Toda rotina desfaz-se.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Rotina
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Um Paranaense em São Paulo, apaixonado por Tecnologia, Artes, Cultura Geek, Animes, Natureza e escreve umas coisas por ai!
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Bendita Imperfeição
Maldita programação,
Bendita imperfeição.
Quem foi que fez a ação?
Que culpa tem a ilusão?
Acordo e dou graças,
Caminhos, andanças, corrida,
Ha sonhos parques, praças,
Quão imperfeita é a vida.
Perfeito, eu não quero saber,
O que não encontrei,
Perfeito é poder reescrever,
Tudo que acho que já sei.
Maldita programação,
Bendita imperfeição.
Quem foi que fez a ação?
Que culpa tem a ilusão?
A maior certeza,
Chama-se eterna dúvida,
A maior beleza,
Só espera que não te iluda.
Perfeito e não mentir,
Mentira e o ser perfeito,
Não importa só o sorrir,
Importa é sorrir direito.
Siga a corrente parado,
Não parem as esperanças,
A perfeição vive ao lado,
Perfeita e a boa lembrança.
Perfeito e este momento,
Perfeita inspiração,
Perfeito o falho sentimento,
Perfeito e ter coração.
Maldita programação,
Bendita imperfeição.
Quem foi que fez a ação?
Que culpa tem a ilusão?
21/04/2014
Bendita imperfeição.
Quem foi que fez a ação?
Que culpa tem a ilusão?
Acordo e dou graças,
Caminhos, andanças, corrida,
Ha sonhos parques, praças,
Quão imperfeita é a vida.
Perfeito, eu não quero saber,
O que não encontrei,
Perfeito é poder reescrever,
Tudo que acho que já sei.
Maldita programação,
Bendita imperfeição.
Quem foi que fez a ação?
Que culpa tem a ilusão?
A maior certeza,
Chama-se eterna dúvida,
A maior beleza,
Só espera que não te iluda.
Perfeito e não mentir,
Mentira e o ser perfeito,
Não importa só o sorrir,
Importa é sorrir direito.
Siga a corrente parado,
Não parem as esperanças,
A perfeição vive ao lado,
Perfeita e a boa lembrança.
Perfeito e este momento,
Perfeita inspiração,
Perfeito o falho sentimento,
Perfeito e ter coração.
Maldita programação,
Bendita imperfeição.
Quem foi que fez a ação?
Que culpa tem a ilusão?
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domingo, 13 de abril de 2014
Paradigmas
Se vivo estou... pare não diga,
Oh céus!
Inferno de paradigmas.
Direito, A quem se indigna,
Direto,
A quem se fascina.
Dito e feito,
Com defeito,
Tão perfeito,
O Imperfeito.
Se vou,
Tenho que voltar,
Se fico,
Tenho que andar.
Para onde, me mostre o caminho,
Esconde,
Você só deve andar sozinho.
Mas não se isole,
Isso e antissocial,
Grite e se cale,
Faça bem, o mal.
Paradigma,
É ser e também não ser,
Em sigma,
Somar e também não ter.
É se explicar,
Confundindo a mente,
E complicar,
Com a explicação.
Retrocesso,
Para frente,
Sem réu processo,
Inexistente.
Seja o que for,
Fique um pouco mais,
Use o amor,
Ao Ódio ou a Paz.
Se vivo estou...
Pare não diga,
Oh céus!
Inferno de paradigmas.
13/04/2014
Oh céus!
Inferno de paradigmas.
Direito, A quem se indigna,
Direto,
A quem se fascina.
Dito e feito,
Com defeito,
Tão perfeito,
O Imperfeito.
Se vou,
Tenho que voltar,
Se fico,
Tenho que andar.
Para onde, me mostre o caminho,
Esconde,
Você só deve andar sozinho.
Mas não se isole,
Isso e antissocial,
Grite e se cale,
Faça bem, o mal.
Paradigma,
É ser e também não ser,
Em sigma,
Somar e também não ter.
É se explicar,
Confundindo a mente,
E complicar,
Com a explicação.
Retrocesso,
Para frente,
Sem réu processo,
Inexistente.
Seja o que for,
Fique um pouco mais,
Use o amor,
Ao Ódio ou a Paz.
Se vivo estou...
Pare não diga,
Oh céus!
Inferno de paradigmas.
13/04/2014
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sábado, 12 de abril de 2014
Pessoas
Pessoas, esses seres,
Pessoas sim, elas me assustam,
Elas cheias de si nos dizeres,
Vazias de paz, elas discursam.
Pessoas, definitivamente,
Elas me dão medo, duvida?
Elas são indecisas na mente,
Maioria, mente mas diz que muda.
Mudas, pessoas me assustam,
Se calam para expressar sentimentos,
Mas se se irritam, elas gritam,
E acabam com tudo em momentos.
Pessoas sim pisam e se deixam pisar,
Umas batem, outras apanham,
Umas concebem, para outras matar,
Muitas ferem, poucas curam.
Pessoas esses humanos malditos,
Que um Deus os abençoou um dia,
Mesmo Seu filho morto aos gritos,
Elas não entraram em harmonia.
Pessoas, que aclamam e blasfemam,
Pessoas, que pedem em oração,
Que rimam, condenam e perdoam,
Mas não se alegram no coração.
Por que é tão difícil abrir a cortina
Parecem gostar das trevas.
Se divertem tanto com a morfina.
São como novos Adãos e Evas.
12/04/2014
Pessoas sim, elas me assustam,
Elas cheias de si nos dizeres,
Vazias de paz, elas discursam.
Pessoas, definitivamente,
Elas me dão medo, duvida?
Elas são indecisas na mente,
Maioria, mente mas diz que muda.
Mudas, pessoas me assustam,
Se calam para expressar sentimentos,
Mas se se irritam, elas gritam,
E acabam com tudo em momentos.
Pessoas sim pisam e se deixam pisar,
Umas batem, outras apanham,
Umas concebem, para outras matar,
Muitas ferem, poucas curam.
Pessoas esses humanos malditos,
Que um Deus os abençoou um dia,
Mesmo Seu filho morto aos gritos,
Elas não entraram em harmonia.
Pessoas, que aclamam e blasfemam,
Pessoas, que pedem em oração,
Que rimam, condenam e perdoam,
Mas não se alegram no coração.
Por que é tão difícil abrir a cortina
Parecem gostar das trevas.
Se divertem tanto com a morfina.
São como novos Adãos e Evas.
12/04/2014
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sexta-feira, 11 de abril de 2014
Sem Parar VP
É logo adiante,
Sem parar vai ofegante,
Sem pensar, confiante,
Se parar perde o instante.
Pera...
Esperar,
Eu já não posso,
Sem parar eu já demoro.
Volta...
Esse tempo,
Não tem pauta,
O que passa,
Jamais volta,
Se perde a métrica,
Sem escolta,
Parte a rima,
Quebra e volta,
Quase rima,
Fecha a porta,
Escrevo mais?...
Poxa vida,
Já tá aqui,
Tamanduateí,
Tô chegando,
Tô rodando,
Metro, ônibus, voando,
Avião no céu,
Passando,
Oh semana passageira.
Para...
Já fui já vou,
Fecha a porta,
A geladeira,
Vem entrando,
A noite inteira
Calma, calma,
Desce gente,
Terminal Vila Prudente.
11/04/2014
Sem parar vai ofegante,
Sem pensar, confiante,
Se parar perde o instante.
Pera...
Esperar,
Eu já não posso,
Sem parar eu já demoro.
Volta...
Esse tempo,
Não tem pauta,
O que passa,
Jamais volta,
Se perde a métrica,
Sem escolta,
Parte a rima,
Quebra e volta,
Quase rima,
Fecha a porta,
Escrevo mais?...
Poxa vida,
Já tá aqui,
Tamanduateí,
Tô chegando,
Tô rodando,
Metro, ônibus, voando,
Avião no céu,
Passando,
Oh semana passageira.
Para...
Já fui já vou,
Fecha a porta,
A geladeira,
Vem entrando,
A noite inteira
Calma, calma,
Desce gente,
Terminal Vila Prudente.
11/04/2014
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sexta-feira, 4 de abril de 2014
Protagonismos
Você que já perdeu a fé,
Se esconde nesse desespero,
Não sabe nem quem você é,
Vive em seus pesadelos.
Acorda, pois essa é a hora,
Sua alma é a única riqueza,
Pare de mendigar por esmola,
Levante e use sua destreza.
Saia da minha frente,
É hora de estar lado a lado,
Desista de ser só indigente.
Pare de chorar o passado.
Pequena e nossa existência, verso,
Não acha? Que é muita pretensão,
Pensar que algo no Universo,
Se importa em te dar contradição.
Criamos nossos demônios,
E achamo-nos deuses do tempo,
Brigamos com nossos hormônios,
Enquanto envelhecemos por dentro.
O campo agora está florindo,
Hora de colher a rosa do sonho,
A vida sempre se esvaindo,
E nós em nossos planos.
Cuidado quando olhar o passado,
Não fique preso as raízes,
Não seja um ser amargurado,
Nem deixe se condenar aos juízes.
O tempo voa o vento leva,
Vagando voa e esvai,
Vexame e se velar em treva,
Vacilo vero de quem se vai.
Vê se olha e vê direito,
O caminho segue adiante,
Vai seguindo vento voa,
Pois esse pode ser o último instante.
Saia da minha frente,
É hora de estar lado a lado,
Desista de ser só indigente.
Pare de chorar o passado.
04/04/2014
Se esconde nesse desespero,
Não sabe nem quem você é,
Vive em seus pesadelos.
Acorda, pois essa é a hora,
Sua alma é a única riqueza,
Pare de mendigar por esmola,
Levante e use sua destreza.
Saia da minha frente,
É hora de estar lado a lado,
Desista de ser só indigente.
Pare de chorar o passado.
Pequena e nossa existência, verso,
Não acha? Que é muita pretensão,
Pensar que algo no Universo,
Se importa em te dar contradição.
Criamos nossos demônios,
E achamo-nos deuses do tempo,
Brigamos com nossos hormônios,
Enquanto envelhecemos por dentro.
O campo agora está florindo,
Hora de colher a rosa do sonho,
A vida sempre se esvaindo,
E nós em nossos planos.
Cuidado quando olhar o passado,
Não fique preso as raízes,
Não seja um ser amargurado,
Nem deixe se condenar aos juízes.
O tempo voa o vento leva,
Vagando voa e esvai,
Vexame e se velar em treva,
Vacilo vero de quem se vai.
Vê se olha e vê direito,
O caminho segue adiante,
Vai seguindo vento voa,
Pois esse pode ser o último instante.
Saia da minha frente,
É hora de estar lado a lado,
Desista de ser só indigente.
Pare de chorar o passado.
04/04/2014
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embora que adiante melhora,
nem tudo e como se quer,
Pra espantar maus pensamentos,
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terça-feira, 18 de março de 2014
Desalmados
Onde, pergunta o menino, onde?
Onde está o brilho no Olho?
Quem errou o código Fonte?
Por que a manhã sem brilho.
Qual cor devo aplicar,
Para ter esse dia florido,
Que fórmula preciso criar,
Pra ver se abrir um sorriso?
Qual a lógica disso tudo?
Quem soltou esses zumbis?
Parecem bem programados,
Em suas almas fixas a Anúbis.
Vejo olhares vazios, andando,
Seguem quase sem direção,
Devoram cérebros sangrando,
Mas esvaziam seu coração.
Quem foi que levou o dia,
Quem devorou sua alegria,
Onde estará a poesia,
Que inspira a vida e a harmonia.
Onde está o amanhã prometido,
Só vejo olhares tão vazios,
Não há mais nada divertido,
Em ruas, trens metros sombrios.
Qual é o crime em pedir licença,
A quem está logo a seu lado,
Para onde foi a fé e a crença,
Até o bom dia está amaldiçoado.
Salva tua alma menino,
Fuja destes tristes olhares
Mantenha a calma, ensinos,
Em sinos zumbis sem palmares.
Quem foi que levou o dia,
Quem devorou sua alegria,
Onde estará a poesia,
Que inspira a vida e a harmonia.
Eles querem sua alma,
Devoram suas esperanças,
Saboreiam sua calma,
E te poluem com vinganças.
Mas, poderá ver, o olhar seu,
Além, deste vazio dos controlados,
Menino és todos, sou eu,
Perdido entre os Desalmados.
Siga em frente, sinta as flores,
Devemos aproveitar a viajem,
Mesmo que não floresçam amores
Aprecie a criação, linda paisagem.
Ninguém pode viver seu dia,
Quem devorar sua alegria,
Inspirado seja por poesia,
Com a maldição da harmonia.
Nesse Caos...
18/03/2014
Onde está o brilho no Olho?
Quem errou o código Fonte?
Por que a manhã sem brilho.
Qual cor devo aplicar,
Para ter esse dia florido,
Que fórmula preciso criar,
Pra ver se abrir um sorriso?
Qual a lógica disso tudo?
Quem soltou esses zumbis?
Parecem bem programados,
Em suas almas fixas a Anúbis.
Vejo olhares vazios, andando,
Seguem quase sem direção,
Devoram cérebros sangrando,
Mas esvaziam seu coração.
Quem foi que levou o dia,
Quem devorou sua alegria,
Onde estará a poesia,
Que inspira a vida e a harmonia.
Onde está o amanhã prometido,
Só vejo olhares tão vazios,
Não há mais nada divertido,
Em ruas, trens metros sombrios.
Qual é o crime em pedir licença,
A quem está logo a seu lado,
Para onde foi a fé e a crença,
Até o bom dia está amaldiçoado.
Salva tua alma menino,
Fuja destes tristes olhares
Mantenha a calma, ensinos,
Em sinos zumbis sem palmares.
Quem foi que levou o dia,
Quem devorou sua alegria,
Onde estará a poesia,
Que inspira a vida e a harmonia.
Eles querem sua alma,
Devoram suas esperanças,
Saboreiam sua calma,
E te poluem com vinganças.
Mas, poderá ver, o olhar seu,
Além, deste vazio dos controlados,
Menino és todos, sou eu,
Perdido entre os Desalmados.
Siga em frente, sinta as flores,
Devemos aproveitar a viajem,
Mesmo que não floresçam amores
Aprecie a criação, linda paisagem.
Ninguém pode viver seu dia,
Quem devorar sua alegria,
Inspirado seja por poesia,
Com a maldição da harmonia.
Nesse Caos...
18/03/2014
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segunda-feira, 17 de março de 2014
Horizonte
A gente pulsa, caminha,
Agita, corre desanda,
Tem gente junto ou sozinha,
Gente na fila, e a fila anda.
A gente é agente, Agindo,
Sorrindo a gente espera,
Resta tão pouco, fluindo,
O quente frio, que congela.
Sempre a frente adiante,
Há gente em todo lugar,
E a solidão flamejante,
Na multidão vai brilhar.
Flores e fatos, perfumes,
Pra amenizar o açoite,
Escalar doces cumes,
E lhe desejar boa noite.
A noite vem, anoitece,
A gente sonha, acordado,
A gente dorme, adormece,
Está tudo certo ou errado.
A gente vive e envelhece,
Olhamos sempre pra frente,
Nem sempre a gente cresce,
Deixamos o muito pendente.
Não temos o mesmo rumo,
E vemos tudo distante,
Sempre perdemos o prumo,
Mas visualizamos o Horizonte.
17/03/2014
Agita, corre desanda,
Tem gente junto ou sozinha,
Gente na fila, e a fila anda.
A gente é agente, Agindo,
Sorrindo a gente espera,
Resta tão pouco, fluindo,
O quente frio, que congela.
Sempre a frente adiante,
Há gente em todo lugar,
E a solidão flamejante,
Na multidão vai brilhar.
Flores e fatos, perfumes,
Pra amenizar o açoite,
Escalar doces cumes,
E lhe desejar boa noite.
A noite vem, anoitece,
A gente sonha, acordado,
A gente dorme, adormece,
Está tudo certo ou errado.
A gente vive e envelhece,
Olhamos sempre pra frente,
Nem sempre a gente cresce,
Deixamos o muito pendente.
Não temos o mesmo rumo,
E vemos tudo distante,
Sempre perdemos o prumo,
Mas visualizamos o Horizonte.
17/03/2014
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Palavras Alinhadas
Me disseram as estrelas,
O amanhã pode ser melhor,
E será que amanhã vou vê-las,
Ou estarei novamente aqui tão só?
Já previram meus sonhos,
Que meus desejos seriam reais,
E eu já fiz tantos planos,
Hoje em dia já não faço mais...
Palavras Alinhadas,
Me dizem que não sei de nada,
Passado e futuro, estradas,
Meu caminho é essa madrugada.
Já acreditei em mim
Dócil tempo perdido,
Foi quando sai de mim, só assim,
Vi o nada para o qual tinha ido.
Já confiei em adultos,
A eles contei segredos,
Achando que eram maduros,
Mas foram eles, frutos dos meus medos.
Eu vejo além, do que você crê,
Eu creio além, do que você olha,
Mas de que vale o tal ser,
Que se orgulha até da pior falha.
A fé move montanhas,
Mas de que adianta move-las,
Se o rumo de suas entranhas,
E um destino imundo apenas.
Mas amanhã será um novo dia,
Com tanta esperança e perfume,
Quem sabe a insípida poesia,
Brilhe solitária qual vaga-lume.
E meus enganos sejam reais,
E tudo se torne tão bom,
Quanto o falso desejo de paz,
Que inspira a canção sem tom.
Palavras Alinhadas,
Me dizem que não sei de nada,
O poder dos príncipes e fadas,
Vai além de qualquer história contada.
Palavras Alinhadas,
Me dizem que não sei de nada.
17/03/2014
O amanhã pode ser melhor,
E será que amanhã vou vê-las,
Ou estarei novamente aqui tão só?
Já previram meus sonhos,
Que meus desejos seriam reais,
E eu já fiz tantos planos,
Hoje em dia já não faço mais...
Palavras Alinhadas,
Me dizem que não sei de nada,
Passado e futuro, estradas,
Meu caminho é essa madrugada.
Já acreditei em mim
Dócil tempo perdido,
Foi quando sai de mim, só assim,
Vi o nada para o qual tinha ido.
Já confiei em adultos,
A eles contei segredos,
Achando que eram maduros,
Mas foram eles, frutos dos meus medos.
Eu vejo além, do que você crê,
Eu creio além, do que você olha,
Mas de que vale o tal ser,
Que se orgulha até da pior falha.
A fé move montanhas,
Mas de que adianta move-las,
Se o rumo de suas entranhas,
E um destino imundo apenas.
Mas amanhã será um novo dia,
Com tanta esperança e perfume,
Quem sabe a insípida poesia,
Brilhe solitária qual vaga-lume.
E meus enganos sejam reais,
E tudo se torne tão bom,
Quanto o falso desejo de paz,
Que inspira a canção sem tom.
Palavras Alinhadas,
Me dizem que não sei de nada,
O poder dos príncipes e fadas,
Vai além de qualquer história contada.
Palavras Alinhadas,
Me dizem que não sei de nada.
17/03/2014
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sábado, 8 de março de 2014
Sentidos
De Adão costela perfeita,
Nas lutas fiel companheira,
Paz que anima e enfeita,
Mesmo quando o humor devaneia.
Desejo que arrepia,
Doce olhar que acalma,
Calor que a alma esfria,
Forte sossego pra alma
Mulheres doce mulheres,
Até seu humor que varia,
Bronca de mãe quando és,
Em tudo fazes poesia.
Neste tão doce dia,
Desejo lhe paz de espirito,
Você é a flor da alegria,
Manhã de orvalho bendito.
Que sejas sempre semente,
Renascer de um novo mundo,
Educadora de novas mentes,
Onde o Equilíbrio e profundo.
Raio de luz feminino,
Novo símbolo de Vitoria,
Doce prazer de seu íntimo,
Forte conquista em memória.
Faça se a ti seus desejos,
Respeito seja lhe concedido,
Que sejam prêmios os seus beijos,
Aos que merecerem deem seus sorrisos.
08/03/2014
Nas lutas fiel companheira,
Paz que anima e enfeita,
Mesmo quando o humor devaneia.
Desejo que arrepia,
Doce olhar que acalma,
Calor que a alma esfria,
Forte sossego pra alma
Mulheres doce mulheres,
Até seu humor que varia,
Bronca de mãe quando és,
Em tudo fazes poesia.
Neste tão doce dia,
Desejo lhe paz de espirito,
Você é a flor da alegria,
Manhã de orvalho bendito.
Que sejas sempre semente,
Renascer de um novo mundo,
Educadora de novas mentes,
Onde o Equilíbrio e profundo.
Raio de luz feminino,
Novo símbolo de Vitoria,
Doce prazer de seu íntimo,
Forte conquista em memória.
Faça se a ti seus desejos,
Respeito seja lhe concedido,
Que sejam prêmios os seus beijos,
Aos que merecerem deem seus sorrisos.
08/03/2014
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