sábado, 25 de abril de 2026

Simplicidades

Simplicidades

Dias simples rotineiros,
De limpeza e reflexão,
Necessário ao coração,
Motorista e passageiros.

Para tomar a direção,
Ou decorar os roteiros,
Mesmo sendo ligeiros,
Merece verso e canção.

O que nos deixa inteiros,
O banho, o sono e a ação,
Café, flor e outros cheiros.

Tudo importa, razão,
Sem paz ate guerreiros,
Na batalha caem ao chão.

25/04/2026

Sobre aqueles dias simples, que a gente acorda e nem vê passar, esquece a pressa e os requintes estes dias são para aproveitar. Dormir, sorrir, limpar, ouvir uma musica, por a casa em ordem e por que não, poetizar.
As vezes é essencial se recompor sair do mundo dos outros e habitar em si mesmo, olhar o que esta perto ou longe e querer algo só por querer, o mundo já é apressado demais com seus trânsitos, excessos, greves, sucessos e fracassos. 
Um dia simples de outono com toda a serenidade quem não quer um  dia assim?

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Um Dia de Milhões

Um Dia de Milhões

De grão em grão,
Grande coisa que trás,
Entre a guerra e a paz,
Semente brota do chão.

Farinha, bolo e fubás,
Creme levado ao fogão,
Pamonha, curau, panelão,
Matar a fome, bem capaz.

Da bebida a alimentação,
Como os Astecas e Maias,
De cuzcuz uma plantação.

Cereal que muito apraz,
Um dia para este milhão,
Espiga, grão e o que se faz.

24/04/2026


Um cereal evoluído, atravessando civilizações, um grão descontruído, entre receitas e coisas mais.
Do Milho se faz álcool, milho verde, bolo, pamonha, curau, farinha, fubá e uma bela polenta.
Criações alimentadas, tradições repassadas alias isso lembra uma trend de uns dias atras que questionava se alguém ta anotando a receita da pamonha.
Mais do que alimento, o milho já foi um ritual, que reunia famílias em torno, foi fartura e força de comunidades mesmo que o tempo tenha mudado, inegável é o seu valor seja emocional ou agregado, do milho muito se esperou.
Que cada um tenha um milhão, ainda que não for de moeda, valorizado seja o segredo, divulgada seja a tradição que o milho seja o sossego, memoria e tradição, escrito tarde ou mais cedo, Um dia pro milho pé no chão de bonecas ao brilho em cabelo, bendita seja a plantação. Um dia para celebrar o milho e toda a sua expansão.

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Lança à Lua

 Lança à Lua

Sem sacrifícios á fera, 
Chega o guerreiro, não foge,
Perto na terra ou Lua, longe,
Contra a imaginaria quimera.

Une o Pai de Santo e o monge, 
Além de uma vez que se era,
Seja o santo ou Deus da guerra,
Em lança ou espada a ser forte.

Onde Salvar do mal se espera,
Ali é que aparece o São Jorge,
Ogum quebra o que se pondera.

O mundo seguro no alforge,
Aliviando o medo que onera,
Que a lua sua forte alma forje.

23/04/2026


Salve Jorge, em sua batalha contra os dragões da humanidade, em seu sincretismo de realidades unindo a luta contra o mal e contra os monstro alimentados pela humanidade.
Um dia em homenagem ao Santo e ao orixá na guerra humana contra o que pode lhe derrubar e na construção de proteção e abrigo.
O guardião a se sacrificar pelo bem, a força que vai sempre mais além e o desejo que a humanidade tem de ser protegida manifestada em uma lenda.
Sem sacrifícios desnecessários, enfrentar o pior as vezes é necessário seja na capadócia,  no mundo ou até além dela na própria lua. 
O mundo precisa de Jorges, soldados e guerreiros que se indignam com o submissão e que se sentem compelidos de enfrentar o pior para contruir o melhor para todos.
Que se se permitam serem forjados a ferro e fogo mas que tenham sensibilidade e humanidade para olhar com ética para questões polemicas e entregas perigosas de inocentes a própria sorte.


Livros Magicos

 Livros Mágicos

E se alguém  fosse escrever
Um romance ou sua fantasia,
Teatro, livro ou uma poesia,
Qualquer historia pra se ler.

Sonho, mais que melodia,
Em letras que se quis viver,
Todo autor tem o seu poder,
Escrever é mais que rebeldia.

A magia de alguém ler,
Tirar do grimório a magia,
Fazer encantos acontecer.

Em livro o mundo construía,
O Sagrado bastão do saber,
Coisas que só, não se faria.

23/04/2026

Sabe aquela experiencia magica, que muitos leitores descrevem, viajar em cada pagina entre coisas que curam ou ferem?
A ilusão bela ou trágica, mundo que não se interferem, um portal aberto a um Outroverso onde a gente pode se imaginar vilão ou herói, pelas lentes do que o autor imaginou, sentiu ou transmitiu.
Livros poderiam ser chamados de portais, de Grimórios por guardarem poderes ancestrais ou ainda de Sagrados por transmitirem ideais, conhecimentos e muito mais.
O poder das palavras escritas transmite muito além das ideias e serve como base para muitos destinos não previstos que se mudam e se moldam pelo que pode ser absolvido.
Falar de livros é falar de tanta coisa, desde crônicas, humor e piadas, até o mais complexo saber que consegue ser partilhado, melhorado ou reconstruído pelo simples fato de em algum momento alguém ter lembrado de deixa-lo registrado para si e para a posteridade.
Ainda que pareça mero delírio, há magia na escrita muito além do que se admite e na leitura muitos prodígios acabam por serem invocados por estes pequenos toques mágicos.