Divino Azar
Salve o medo humano,
De que algo de errado,
Medo, futuro e passado,
Ao qual ele passa pano.
Nele recorre ao sagrado,
Se torna menos profano,
Repensa seu desengano,
Azar tão temido e odiado.
Por sorte presente no ano,
Sem data se faz revezado,
Sem dia apesar do engano.

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