Livre mercado de Vênus,
Sejam rostos mais serenos,
Vida nas mais leves penas.
Criam tantos infernos,
Com pressões evenenas,
Há medo pelas antenas,
Nestes tempos modernos.
Sem as belas asucenas,
No calor dos invernos,
Sem medidas ou trenas.
Só os dados externos,
Um treno ou as renas,
Vende-se nomes e ternos.
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