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quinta-feira, 17 de julho de 2014

Lei dos Etéreos Romances

Lei dos Etéreos Romances


Romance é o que sente o peito,
Romance é paixão e desejo,
Romance só será Desfeito,
Se lhe for negado um beijo.

Mas romance nunca será amor,
Romance parte de um,
Aquele que Oferece uma flor,
Romântico será, é Comum. 

Romance é dizer que sou seu,
E a esperar, Estar disposto,
De dois Romances se faz um Coliseu,
Pra peça do sorriso em um rosto. 

Romântico é o doce platonismo,
O sonho de tornar tudo real,
Romance é um amadorismo,
Que pode fazer bem ou mal. 

A pena do Romanticída,
Pode ser perpétua solidão,
Ou em algum ponto na vida,
Achar quem preencha seu coração. 

Essa é a lei do romance, 
Podes a outro se entregar,
Mas se não houver um relance,
É sua culpa o seu arriscar. 

Não condenarás a outrem,
Muito menos ao sentimento amor,
Tu que entraste neste trem,
Rumo a estação de um mero rumor.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Dois de Junho

Talvez eu não seja complicado,
Talvez, as pessoas sem glórias,
Elas, é que tenham se tornado,
Em seu âmago mais simplórias.
Eu quero ainda acreditar,
Que existe no corpo desejo,
Sem ao mundo ser vulgar,
Quero crer no sabor do beijo.

Sem ter que alguém magoar,
Quero dormir e acordar sorrindo,
Quero no amor ainda acreditar,
Sem ter de ficar indo e vindo.
Talvez eu queira demais,
O tempo já me persegue,
Ainda acredito na Paz,
E deixo que a Luz me leve.

Peco que a idade que chega,
Não me cegue das conquistas,
Mas traga a mão que aconchega,
E me leve a coisas não vistas.
Quem sabe A Luz me ilumina,
E entre seus presentes concede,
Que ache eu quem me fascina,
E muda o mal que me impede.

Talvez eu não seja complicado,
Talvez eu ainda tenha valor,
Talvez meu presente esperado,
Possa ser Amizade ou Amor.
Talvez, querer muito, seja,
E isso não alcance jamais,
E a alma que tanto deseja,
Terá que só descansar em paz.

Talvez não passe de um desejo,
Talvez seja só mais um sonho,
Mas sei o que quero e almejo,
Estrelas me ajudem, um Plano?

13/05/2014


segunda-feira, 6 de maio de 2013

Ode as Paixões

Ode as Paixões

Início:

Eis que um dia, um dos deuses,
Do olimpo desceu com seu arco,
Resolveu no decorrer de meses,
Juntar paixões em seu barco.

Um brinde ao olhar brilhante,
Ao amor as paixões, sentimentos,
E a Eros, o cupido incessante,
Que nos ilusiona bons momentos.

Ele:
Garota de olhar singelo,
Seu perfume me traz alegrias,
Quero contigo o que e belo,
Sua presença inspira poesias.

Sou eu, menino sem rumo,
Entre jogos, vícios e ilusões,
Por seu amor eu me arrumo,
E passo a cantar outras canções.

Sei que, não basta um Eu te amo,
Sei que esperas mais de mim,
Mas, tolo meu amor declamo,
Propondo unir nosso fim.

O amor sentimento tão fino,
Às vezes, tão raro parece
Mas amor e também masculino
Por amar o coração se aquece.

Ela:
Me entrego em seus braços,
Segura é como quero estar,
Unir com teus, os meus passos,
E as Novas jornadas trilhar.

Talvez esperando demais,
As vezes mostrando me forte,
Querendo em teu ser minha paz,
Fazendo de ti o meu Norte.

Como menina, rosa flor,
Que encontra eterno desejo,
Que seja, você meu amor,
Me faça feliz com seus beijos.

E em meus momentos insanos,
Me traga de volta ao teu mundo,
Me relembre os nossos sonhos,
E vivamos este amor profundo.

Final:
Eros doce arauto do amor,
Que não se percam seus disparos,
Quem dera não murche a flor,
E amores não fossem tão raros.

Um brinde ao todo Ser,
Que sabe se apaixonar,
E faz sorrisos florescer,
E não por amor chorar.

Que esta doce embriaguez,
Do sentimento mais pleno,
Seja sentida ao menos uma vez,
Por todos neste plano terreno.

06/05/2013