Começa aqui e agora,
Nesta noite a Eternidade,
E só tu, no mundo afora,
De seu mundo, verás a verdade.
No eterno céu, brilha a lua,
E se entrelaçam os desejos,
Perfeitamente a pele nua,
Tanto anseia doces Beijos.
É só um sonho, salvar o mundo,
O heroísmo de um olhar,
Passa o tempo, em um segundo,
E já não sei o que pensar.
Perfeitamente imperfeitos,
Os meus sonhos vão morrer,
Sei que todos têm defeitos,
Quem dirá o que é melhor fazer?
No olhar a alma aberta, Carinho,
Deixa a lagrima, um traço,
Estou cansado, dormir sozinho,
Queria ao menos um abraço.
Perfeitamente, ninguém,
Vai ouvir esse desejo,
Falam ao vento, olhos de quem,
Esqueceu o que é um beijo.
Perfeitamente tudo passa,
Ou tudo jamais vira canção,
Perdidas, se vão todas as palavras,
Dentro de um frio Coração.
15/10/2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Perfeitamente
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Perfeitamente,
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versos soltos
Um Paranaense em São Paulo, apaixonado por Tecnologia, Artes, Cultura Geek, Animes, Natureza e escreve umas coisas por ai!
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Soneto das Almas
Levantai vossos esqueletos,
Vós que chafurdais poeira,
Não se digna, quem esgueira,
Em versos, Prosa ou Soneto.
N'lamentes morte em vida,
Nem adoreis a Anúbis,
Ou ajoelhe se a Osíris,
Se a Paz ainda é pretendida.
Conjura o poder de Atenas,
Veste de Hércules, a força,
Buscaras no Soneto das Almas.
Pra teus delírios, as curas,
Quebra o medo qual louça,
E vitórias terás c' Branduras.
10/10/2013
Vós que chafurdais poeira,
Não se digna, quem esgueira,
Em versos, Prosa ou Soneto.
N'lamentes morte em vida,
Nem adoreis a Anúbis,
Ou ajoelhe se a Osíris,
Se a Paz ainda é pretendida.
Conjura o poder de Atenas,
Veste de Hércules, a força,
Buscaras no Soneto das Almas.
Pra teus delírios, as curas,
Quebra o medo qual louça,
E vitórias terás c' Branduras.
10/10/2013
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quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Conto Sem Fadas
Pra quem acredita,
Meu mundo sempre teve,
Magias, magia bendita,
Em tudo que não se prevê.
Não nos games e redes
Nem menos ainda,
Nos programas das TVs.
E aquilo que um dia se finda.
Pessoas perdem a fé em si,
Esquecem palavras mágicas,
Trocam o simples sorrir,
Por dinheiro e mais praticas.
Minha infância não foi Poesia,
Mas aprendi o poder do Obrigado,
De um com licença a magia,
E o valor de tentar ser Educado.
O mundo precisa desta energia,
Precisam sorrir as crianças,
Pra que não esqueçam, um dia,
Que existiram boas lembranças.
É preciso ensinar a sonhar,
Matar esse medo, essa Ânsia,
Pra poder plenamente usar,
As magias perdidas da infância.
09/10/2013
Meu mundo sempre teve,
Magias, magia bendita,
Em tudo que não se prevê.
Não nos games e redes
Nem menos ainda,
Nos programas das TVs.
E aquilo que um dia se finda.
Pessoas perdem a fé em si,
Esquecem palavras mágicas,
Trocam o simples sorrir,
Por dinheiro e mais praticas.
Minha infância não foi Poesia,
Mas aprendi o poder do Obrigado,
De um com licença a magia,
E o valor de tentar ser Educado.
O mundo precisa desta energia,
Precisam sorrir as crianças,
Pra que não esqueçam, um dia,
Que existiram boas lembranças.
É preciso ensinar a sonhar,
Matar esse medo, essa Ânsia,
Pra poder plenamente usar,
As magias perdidas da infância.
09/10/2013
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segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Escolhas e Desejos
Sou o que teus olhos veem,
Eu escolhi ser assim,
Desejos todo ser os tem,
E os meus, guardo-os pra mim.
Meu caminho de escolhas,
Onde me privei de desejos,
Hoje mantenho varias bolhas,
E épicas imagens de beijos.
O que quero são mãos femininas,
Que não receiem em me tocar,
Que quebrem quaisquer rotinas,
E me mantenham a sonhar.
Perfeição inexistente em mim,
Erros escolhas perdidas,
Barreiras de meu ser enfim,
Consequências de todas as vidas.
E Deus disse Faça-se o sonho,
E o sonho feito foi então,
E Deus chamou ao real "Plano",
E aos sonhos apenas, "Ilusão".
O que posso planejo pensando,
Uma escolha de cada vez,
O que não da vou adaptando,
Da vida hei de ser freguês.
Se achar quem queira, um dia,
Brincar de ser feliz sem medo,
Hei de compartilhar alegria,
E dividir os devidos segredos.
07/10/2013
Eu escolhi ser assim,
Desejos todo ser os tem,
E os meus, guardo-os pra mim.
Meu caminho de escolhas,
Onde me privei de desejos,
Hoje mantenho varias bolhas,
E épicas imagens de beijos.
O que quero são mãos femininas,
Que não receiem em me tocar,
Que quebrem quaisquer rotinas,
E me mantenham a sonhar.
Perfeição inexistente em mim,
Erros escolhas perdidas,
Barreiras de meu ser enfim,
Consequências de todas as vidas.
E Deus disse Faça-se o sonho,
E o sonho feito foi então,
E Deus chamou ao real "Plano",
E aos sonhos apenas, "Ilusão".
O que posso planejo pensando,
Uma escolha de cada vez,
O que não da vou adaptando,
Da vida hei de ser freguês.
Se achar quem queira, um dia,
Brincar de ser feliz sem medo,
Hei de compartilhar alegria,
E dividir os devidos segredos.
07/10/2013
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terça-feira, 1 de outubro de 2013
Deziro
Livro de cristais,
Insígnia Orquestra,
Indignos mortais,
De uma vida Destra.
No pranto, recitais,
Destes quaisquer versos,
E Desejar-lhes-ei Paz,
Em meu poder modesto.
Se lhe faltam alegrias,
Faz teu sorriso forte,
Em ti ha mais poesias,
Do que, na vida há morte.
Se os teus lhe deserdam,
Não abandones a ti,
Ainda que todos desistam,
Tu podes na Luz seguir.
Se é longa a estrada,
Em Paz segue o caminho,
Pois duras jornadas,
Guardam belos destinos.
A mão que estendes,
A quem de ti necessita,
Se hoje n' compreendes,
amanhã será bendita.
E aos teus Desejos,
A incontrolável busca,
Submete o respeito,
Ante a atitudes bruscas.
A gula manterá refém,
Bom é suprir necessidade,
Exagero não lhe fará bem,
Nem o excesso da verdade.
Votos mais sinceros,
Que o equilíbrio se faça,
Seja a vida não de "queros",
Mas de harmonia de graças.
Que palavras perdidas,
Se reforcem no viver,
Obrigado pelas vidas,
Por favor, feliz vá ser.
01/10/2013
Insígnia Orquestra,
Indignos mortais,
De uma vida Destra.
No pranto, recitais,
Destes quaisquer versos,
E Desejar-lhes-ei Paz,
Em meu poder modesto.
Se lhe faltam alegrias,
Faz teu sorriso forte,
Em ti ha mais poesias,
Do que, na vida há morte.
Se os teus lhe deserdam,
Não abandones a ti,
Ainda que todos desistam,
Tu podes na Luz seguir.
Se é longa a estrada,
Em Paz segue o caminho,
Pois duras jornadas,
Guardam belos destinos.
A mão que estendes,
A quem de ti necessita,
Se hoje n' compreendes,
amanhã será bendita.
E aos teus Desejos,
A incontrolável busca,
Submete o respeito,
Ante a atitudes bruscas.
A gula manterá refém,
Bom é suprir necessidade,
Exagero não lhe fará bem,
Nem o excesso da verdade.
Votos mais sinceros,
Que o equilíbrio se faça,
Seja a vida não de "queros",
Mas de harmonia de graças.
Que palavras perdidas,
Se reforcem no viver,
Obrigado pelas vidas,
Por favor, feliz vá ser.
01/10/2013
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quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Mi bedaŭras (Eu Sinto Muito)
Luz nascia o sol, e eu nem via,
Era manhã e eu brincando,
De dormir, sem saber que crescia,
Enquanto a vida ia passando.
A espera, a lenda quimera,
O desejo perdido sem fim,
A lenda do "Uma vez”, já era,
Em coisas que se vão enfim.
Para que falar Verdades?
A vida é, uma grande mentira,
Navegando em mares,
De insanos desejos e ira.
Entre nevoas de sonhos,
Ou, Impostos Segredos,
Ou pesadelos, escolhas,
Que manipulam, Nossos Medos.
Então nos entreguemos,
A loucura mais sã, da vida,
A bússola mendazciosa,
Da louca ilusão, Perdida.
O amanhã há de ser melhor,
O sonho não será perdido,
Assim como sonhavam os avós,
O melhor mundo, que o deles vivido.
Sinto muito se minha, mentira,
Parece até ser verdade,
Nem tudo que é certo, Vira,
E é falsa toda necessidade.
Faça se o sonho real,
Durma e acorde sonhando,
Seja bem o que não faz mal,
Assim, vamos nos perdoando.
26/09/2013
(Esperanto)
Era manhã e eu brincando,
De dormir, sem saber que crescia,
Enquanto a vida ia passando.
A espera, a lenda quimera,
O desejo perdido sem fim,
A lenda do "Uma vez”, já era,
Em coisas que se vão enfim.
Para que falar Verdades?
A vida é, uma grande mentira,
Navegando em mares,
De insanos desejos e ira.
Entre nevoas de sonhos,
Ou, Impostos Segredos,
Ou pesadelos, escolhas,
Que manipulam, Nossos Medos.
Então nos entreguemos,
A loucura mais sã, da vida,
A bússola mendazciosa,
Da louca ilusão, Perdida.
O amanhã há de ser melhor,
O sonho não será perdido,
Assim como sonhavam os avós,
O melhor mundo, que o deles vivido.
Sinto muito se minha, mentira,
Parece até ser verdade,
Nem tudo que é certo, Vira,
E é falsa toda necessidade.
Faça se o sonho real,
Durma e acorde sonhando,
Seja bem o que não faz mal,
Assim, vamos nos perdoando.
26/09/2013
(Esperanto)
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Inercia
Parei,
Tudo está parado,
Eu sei,
Acelerado.
Estresse inerte, mãos ao ar,
Andando na velocidade zero,
Já nem consigo mais pensar.
Acelerar é tudo que quero.
Se tudo permanece, como está,
É hora de buscar forças urgente
Deixa que a correnteza me leva,
Algo que me reerga movimente.
E eu parado, sou apenas ar
Preciso mover este momento,
O que é o poeta, sem sonhar,
Se não me movo, não sou Vento.
Sua voz vem a meu ouvido,
Mas aqui o som não propaga,
Minha inercia, vácuo perdido,
Mil ideias nesta mente Vaga.
Esperando impulsos do destino,
Já perdido como adulto,
Em rosto de um menino,
Nem me move seu insulto.
E eu parado sou, apenas água,
Preciso mover este instante,
O que é a luz, se não propaga
E escuro com ponto brilhante.
Não me busque, venha me levar,
Não espere, venha me conduzir,
Pois estou, inerte sem sonhar,
Sem saber, pra onde evoluir.
E sem destino não há direção,
Tudo é inercia parado no tempo,
Não há nem vida em um coração,
E a inercia rouba outro momento.
E eu parado, já nem sou fogo
Preciso mover o oxigênio,
Pra sair de mais esse sufoco,
Preciso deixar de ser tão ingênuo.
Parei...
21/08/2013
Tudo está parado,
Eu sei,
Acelerado.
Estresse inerte, mãos ao ar,
Andando na velocidade zero,
Já nem consigo mais pensar.
Acelerar é tudo que quero.
Se tudo permanece, como está,
É hora de buscar forças urgente
Deixa que a correnteza me leva,
Algo que me reerga movimente.
E eu parado, sou apenas ar
Preciso mover este momento,
O que é o poeta, sem sonhar,
Se não me movo, não sou Vento.
Sua voz vem a meu ouvido,
Mas aqui o som não propaga,
Minha inercia, vácuo perdido,
Mil ideias nesta mente Vaga.
Esperando impulsos do destino,
Já perdido como adulto,
Em rosto de um menino,
Nem me move seu insulto.
E eu parado sou, apenas água,
Preciso mover este instante,
O que é a luz, se não propaga
E escuro com ponto brilhante.
Não me busque, venha me levar,
Não espere, venha me conduzir,
Pois estou, inerte sem sonhar,
Sem saber, pra onde evoluir.
E sem destino não há direção,
Tudo é inercia parado no tempo,
Não há nem vida em um coração,
E a inercia rouba outro momento.
E eu parado, já nem sou fogo
Preciso mover o oxigênio,
Pra sair de mais esse sufoco,
Preciso deixar de ser tão ingênuo.
Parei...
21/08/2013
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Cansei
Cansei dessa gente que mente,
Que finge ser frígida,
Gente que diz que não sente,
Que não tem Prazer na Vida.
Cansei de acordar cedo,
Pensando o erro ser só meu,
Cansei de guardar o medo,
Minha CORAGEM cresceu.
Cansei de te ouvir chorar,
E de só chorar baixinho,
Cansei de pensar pra rimar
Rime-se o Pranto sozinho
Cansei de escarrarem em mim
A sujeira de ser humano,
Não sou perfeito e enfim
Querer ser, seria insano.
De me prantear, estou cansado,
Num desconforto idiota,
Não culpo mais meu passado,
A vida segue reta ou torta.
Cansei de gente que só gasta,
Que não poupa sua própria vida,
Gente que perde e não aposta,
E vive com os dedos nas feridas.
Quero gozar minha vida,
Cada detalhe e importante,
Cansei de gente sofrida,
Que nunca sai da estante.
Talvez isso sejam só versos,
Cansei de me achar ninguém,
Ainda que estejam inversos,
Despertem os cansaços de outrem.
Que a vida seja prazerosa,
Que desperte o nosso desejo,
Que acorde as visões para a rosa,
Que espinhos se vão num beijo.
14/08/2013
Que finge ser frígida,
Gente que diz que não sente,
Que não tem Prazer na Vida.
Cansei de acordar cedo,
Pensando o erro ser só meu,
Cansei de guardar o medo,
Minha CORAGEM cresceu.
Cansei de te ouvir chorar,
E de só chorar baixinho,
Cansei de pensar pra rimar
Rime-se o Pranto sozinho
Cansei de escarrarem em mim
A sujeira de ser humano,
Não sou perfeito e enfim
Querer ser, seria insano.
De me prantear, estou cansado,
Num desconforto idiota,
Não culpo mais meu passado,
A vida segue reta ou torta.
Cansei de gente que só gasta,
Que não poupa sua própria vida,
Gente que perde e não aposta,
E vive com os dedos nas feridas.
Quero gozar minha vida,
Cada detalhe e importante,
Cansei de gente sofrida,
Que nunca sai da estante.
Talvez isso sejam só versos,
Cansei de me achar ninguém,
Ainda que estejam inversos,
Despertem os cansaços de outrem.
Que a vida seja prazerosa,
Que desperte o nosso desejo,
Que acorde as visões para a rosa,
Que espinhos se vão num beijo.
14/08/2013
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quinta-feira, 18 de julho de 2013
Era
Da terra,
Do quem me dera,
No templo,
Era uma era.
Era tudo permitido,
E nada era só Quimera,
Existiam os sorrisos,
Na terra do Quem me dera.
E se faltassem motivos,
E a vida fosse severa,
Sempre havia o ombro amigo,
Para enfrentar qualquer fera.
Caso a tristeza presente,
Viesse bater a janelas,
O tempo curaria a gente,
Trazendo mil coisas belas.
Na terra,
Do quem me dera,
A serra,
Jamais se encerra.
E nela se manifestam
A lembrança,
E os que contestam,
A chama esperança.
Espera,
O dia que vai nascer,
A luz acalme as feras,
E a paz possa florescer.
18/07/2013
Do quem me dera,
No templo,
Era uma era.
Era tudo permitido,
E nada era só Quimera,
Existiam os sorrisos,
Na terra do Quem me dera.
E se faltassem motivos,
E a vida fosse severa,
Sempre havia o ombro amigo,
Para enfrentar qualquer fera.
Caso a tristeza presente,
Viesse bater a janelas,
O tempo curaria a gente,
Trazendo mil coisas belas.
Na terra,
Do quem me dera,
A serra,
Jamais se encerra.
E nela se manifestam
A lembrança,
E os que contestam,
A chama esperança.
Espera,
O dia que vai nascer,
A luz acalme as feras,
E a paz possa florescer.
18/07/2013
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sexta-feira, 12 de julho de 2013
Perto
Rebrota o dia sereno,
Orvalho, dia, manhã,
Café, meu doce veneno,
Destino, sabor maçã.
Esse pecado tão doce,
De amar é forte o desejo,
Como se morrer eu fosse,
Sem provar o gosto do beijo.
Enquanto que a criação,
Segue seu dócil caminho,
Já entoa a vida a canção,
Mais vale, o anjo sozinho.
Tão perto, longe, distante,
Pulsa o amanhã, coração,
Disseram, o poeta é errante,
Errante é só a inspiração.
Distância é só temo vazio,
Todo longe e só palavra,
A quem ama o Desafio,
É carregar em si o lar, Casa.
E se faltar um pedaço,
A vida com amor refaz alegria,
Mesmo a distância dura qual aço,
Perto se faz quem é Família.
Tão perto sigo a distância,
Deus faça acontecer o bem,
E distante da relevância,
Lutamos antes do amém.
12/07/2013
Orvalho, dia, manhã,
Café, meu doce veneno,
Destino, sabor maçã.
Esse pecado tão doce,
De amar é forte o desejo,
Como se morrer eu fosse,
Sem provar o gosto do beijo.
Enquanto que a criação,
Segue seu dócil caminho,
Já entoa a vida a canção,
Mais vale, o anjo sozinho.
Tão perto, longe, distante,
Pulsa o amanhã, coração,
Disseram, o poeta é errante,
Errante é só a inspiração.
Distância é só temo vazio,
Todo longe e só palavra,
A quem ama o Desafio,
É carregar em si o lar, Casa.
E se faltar um pedaço,
A vida com amor refaz alegria,
Mesmo a distância dura qual aço,
Perto se faz quem é Família.
Tão perto sigo a distância,
Deus faça acontecer o bem,
E distante da relevância,
Lutamos antes do amém.
12/07/2013
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