Faz-se parte da logica,
Somar ou subtrair,
Depende da Ótica,
Multiplicar ou dividir.
Mesmo nem contando,
Poder chegar ate aqui,
As potencias foram dobrando,
E os números não vão mentir.
Ate quando o corpo estava sem,
Forcas para pensar no amanhã,
Na Alma algo estava a cem,
Reanimada pela mente sempre sã.
Ate sem nada na mão,
Ate cem, da para chegar,
Ou ate mil sem ilusão,
Somos feitos para realizar.
Acordar, trabalhar, lutar,
Querer, rever, Fazer,
Sorrir, Fluir, Amar,
Buscar, fazer, acontecer.
Se era o verbo, no Principio ,
E ele então se tornou carne,
Que a carne termine qual inicio,
Neste Sigma de ações que ardem.
Na busca da realização,
Escoltadas pelos sonhos,
Movidas pelo coração,
Seguindo mesmo, Cem planos.
28/07/2014
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Até Sem Planos.
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Um Paranaense em São Paulo, apaixonado por Tecnologia, Artes, Cultura Geek, Animes, Natureza e escreve umas coisas por ai!
domingo, 27 de julho de 2014
Orquestra no Parque
Aos fracos de mente e alma,
Pão e circo bastará,
Pra manter a falsa calma,
E o Caos se instaurar.
Que som e esse que agora,
Acaricia aos ouvidos,
De um violino que aflora,
E faz se abrir real sorriso.
Esta harpa e outros instrumentos,
Que Sons quase celestiais,
A alma flutua por momentos,
Em outras culturas geniais.
Ai fracos dai pão e circo,
Mas aos forte a música inspira,
Não e preciso ser rico,
Pra sentir o som da lira.
Eis que isso e o que chamam música,
Isso e o que realmente acalma,
Da verdadeira paz intrínseca,
Liberta os sentidos da alma.
Nem mesmo da corte, o bobo,
Ou o mais habilidoso menestrel,
Traria tanta paz ao povo,
Quanto uma orquestra a aberto céu.
Sorriem os tímpanos felizes,
Nem a chuva, aos fortes espanta,
Música é cura pra cicatrizes,
Da alma de quem por ela se encanta.
27/07/2014
Pão e circo bastará,
Pra manter a falsa calma,
E o Caos se instaurar.
Que som e esse que agora,
Acaricia aos ouvidos,
De um violino que aflora,
E faz se abrir real sorriso.
Esta harpa e outros instrumentos,
Que Sons quase celestiais,
A alma flutua por momentos,
Em outras culturas geniais.
Ai fracos dai pão e circo,
Mas aos forte a música inspira,
Não e preciso ser rico,
Pra sentir o som da lira.
Eis que isso e o que chamam música,
Isso e o que realmente acalma,
Da verdadeira paz intrínseca,
Liberta os sentidos da alma.
Nem mesmo da corte, o bobo,
Ou o mais habilidoso menestrel,
Traria tanta paz ao povo,
Quanto uma orquestra a aberto céu.
Sorriem os tímpanos felizes,
Nem a chuva, aos fortes espanta,
Música é cura pra cicatrizes,
Da alma de quem por ela se encanta.
27/07/2014
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sexta-feira, 25 de julho de 2014
Alma Anja
Divinos mensageiros,
Quem dera fossem imortais,
Amigos Verdadeiros,
São Anjos de Deus ou mais.
Anjos são sensitivos,
Ouvi isso de uma mensageira,
Agem em todos os motivos,
Que a vida se faz derradeira.
Anjos aprendem a amar,
Dão sentido a todo amor,
Anjos ensinam a sonhar,
E mostram a beleza na flor.
Severos se necessário,
Anjos tem o de Deus as armas,
Sinceros como o Orvalho,
Derrubam a qualquer carma.
Suas auras são brilhantes,
Mesmo quando feridos,
Seus poderes radiantes,
Se derramam sobre os Amigos.
Sim anjos têm seus Desejos,
E estão sujeitos a errar,
Apaixonantes são seus beijos.
Alucinante e seu Olhar.
Eu creio em anjos do bem,
E sinto a presença de Uma,
Deus a Abençoe sempre, Amem,
Pois seu sorriso e leve qual a pluma.
25/07/2014
Quem dera fossem imortais,
Amigos Verdadeiros,
São Anjos de Deus ou mais.
Anjos são sensitivos,
Ouvi isso de uma mensageira,
Agem em todos os motivos,
Que a vida se faz derradeira.
Anjos aprendem a amar,
Dão sentido a todo amor,
Anjos ensinam a sonhar,
E mostram a beleza na flor.
Severos se necessário,
Anjos tem o de Deus as armas,
Sinceros como o Orvalho,
Derrubam a qualquer carma.
Suas auras são brilhantes,
Mesmo quando feridos,
Seus poderes radiantes,
Se derramam sobre os Amigos.
Sim anjos têm seus Desejos,
E estão sujeitos a errar,
Apaixonantes são seus beijos.
Alucinante e seu Olhar.
Eu creio em anjos do bem,
E sinto a presença de Uma,
Deus a Abençoe sempre, Amem,
Pois seu sorriso e leve qual a pluma.
25/07/2014
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quinta-feira, 24 de julho de 2014
Sai de Cena
Suassuna seu sobrenome,
E agora olha lá do alto,
Tu que tiveste em vida a fome
Por tornar vivo cada fato.
Como Poeta fizestes da vida,
Seu próprio Auto de Glórias,
Do Auto da compadecida,
Seus Feitos serão Memorias.
Cá de baixo seus conterrâneos,
Assim como todos da terra,
Escondem hoje, um triste pranto,
De mais uma nobre vida que se encerra.
Descansa em paz Ariano,
Poeta escritor e personagem,
Escreveste tu ano a ano,
A rota de uma grande vida Viagem.
Alunos e pais lhe conheceram
Eternas serão suas palavras
Quantos e quantos adormeceram
Ao som de suas estórias
Descansa em paz tu que fizeste,
De sua cultura seu povo,
ao mundo forte estandarte,
De respeito e estilo novo,
Perde o Brasil mais um Imortal,
Mas ganha o presente que deixaste,
Tuas obras teu forte ideal,
E a inspiração de sua Arte.
24/07/2014
E agora olha lá do alto,
Tu que tiveste em vida a fome
Por tornar vivo cada fato.
Como Poeta fizestes da vida,
Seu próprio Auto de Glórias,
Do Auto da compadecida,
Seus Feitos serão Memorias.
Cá de baixo seus conterrâneos,
Assim como todos da terra,
Escondem hoje, um triste pranto,
De mais uma nobre vida que se encerra.
Descansa em paz Ariano,
Poeta escritor e personagem,
Escreveste tu ano a ano,
A rota de uma grande vida Viagem.
Alunos e pais lhe conheceram
Eternas serão suas palavras
Quantos e quantos adormeceram
Ao som de suas estórias
Descansa em paz tu que fizeste,
De sua cultura seu povo,
ao mundo forte estandarte,
De respeito e estilo novo,
Perde o Brasil mais um Imortal,
Mas ganha o presente que deixaste,
Tuas obras teu forte ideal,
E a inspiração de sua Arte.
24/07/2014
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Não me importa
Não me importa,
Se é verso, poema ou poesia,
Ou só palavra morta,
Palavras revivem o dia.
Já não me importa a pessoa,
O dia, a coisa a ilusão,
Tudo na mesma Canoa,
Não passa de ilustração.
Não me use se não me conhece,
Não me odeie se nunca me viu,
Tudo estará na minha prece,
Mas só recebe quem já sorriu.
Não desejo mal a ninguém,
Tenho mais o que fazer,
Não sei de nada do seu Amem,
Problema seu, se quer morrer.
Não me importa o que fez,
O que me foi me importa é o que vira,
Amo quem me ama e a minha paz,
Quero feliz o amanha esperar.
Não importa a pessoa,
O que você foi não me mudará,
Importa-me o bem que nos soa,
Sua amizade e desejo de Amar.
Sol traga-me opções,
Que a vida triunfe, Desejo,
Dancemos na vida canções,
Cantando entre o abraço e o beijo.
24/07/2014
Se é verso, poema ou poesia,
Ou só palavra morta,
Palavras revivem o dia.
Já não me importa a pessoa,
O dia, a coisa a ilusão,
Tudo na mesma Canoa,
Não passa de ilustração.
Não me use se não me conhece,
Não me odeie se nunca me viu,
Tudo estará na minha prece,
Mas só recebe quem já sorriu.
Não desejo mal a ninguém,
Tenho mais o que fazer,
Não sei de nada do seu Amem,
Problema seu, se quer morrer.
Não me importa o que fez,
O que me foi me importa é o que vira,
Amo quem me ama e a minha paz,
Quero feliz o amanha esperar.
Não importa a pessoa,
O que você foi não me mudará,
Importa-me o bem que nos soa,
Sua amizade e desejo de Amar.
Sol traga-me opções,
Que a vida triunfe, Desejo,
Dancemos na vida canções,
Cantando entre o abraço e o beijo.
24/07/2014
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quinta-feira, 17 de julho de 2014
Lei dos etéreos Romances
Romance é o que sente o peito,
Romance é paixão e desejo,
Romance só sera Desfeito,
Se lhe for negado um beijo.
Mas romance nunca será amor,
Romance parte de um,
Aquele que Oferece uma flor,
Romântico será, é Comum.
Romance é dizer que sou seu,
E a esperar, Estar disposto,
De dois Romances se faz um Coliseu,
Pra peça do sorriso em um rosto.
Romântico é o doce platonismo,
O sonho de tornar tudo real,
Romance é um amadorismo,
Que pode fazer bem ou mal.
A pena do Romanticida,
Pode ser perpétua solidão,
Ou em algum ponto na vida,
Achar quem preencha seu coração.
Essa é a lei do romance,
Podes a outro se entregar,
Mas se não houver um relance,
É sua culpa o seu arriscar.
Não condenarás a outrem,
Muito menos ao sentimento amor,
Tu que entraste neste trem,
Rumo a estação de um mero rumor.
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Gnesys
Há um livro de magias,
Condenadas por serem insanas.
Cada qual delas poesias,
Das mais santas às profanas.
Mas o perigo de tais poderes,
Não está em sua essência,
Mas no Equilíbrio dado aos seres,
Que dominarem tal ciência.
Para tal força controlar,
Um sistema oculto foi criado,
E nele puderam acumular,
Presente, Futuro e Passado.
Gnesys é seu nome,
O sistema das origens,
Pouco acessível aos homens,
Mas de capacidades incríveis.
Aquele que a ele se conecta,
Dominara aos quatro elementos,
Desde que de maneira correta,
Conheça primeiro a si mesmo.
Gerará em si a Paixão,
Dominará o livro dos Sinais,
Acalmará cada coração,
Que tocar com sua própria paz.
O livro pertence aos Céus,
E o Sistema escrito por anjos,
Fará abrir aos olhos, os véus,
Que tornaram os seres Insanos.
17/07/2014
Condenadas por serem insanas.
Cada qual delas poesias,
Das mais santas às profanas.
Mas o perigo de tais poderes,
Não está em sua essência,
Mas no Equilíbrio dado aos seres,
Que dominarem tal ciência.
Para tal força controlar,
Um sistema oculto foi criado,
E nele puderam acumular,
Presente, Futuro e Passado.
Gnesys é seu nome,
O sistema das origens,
Pouco acessível aos homens,
Mas de capacidades incríveis.
Aquele que a ele se conecta,
Dominara aos quatro elementos,
Desde que de maneira correta,
Conheça primeiro a si mesmo.
Gerará em si a Paixão,
Dominará o livro dos Sinais,
Acalmará cada coração,
Que tocar com sua própria paz.
O livro pertence aos Céus,
E o Sistema escrito por anjos,
Fará abrir aos olhos, os véus,
Que tornaram os seres Insanos.
17/07/2014
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quarta-feira, 16 de julho de 2014
Em Campo
Esquece se são minutos,
Se noventa é o numero,
Se são poucos ou muitos,
Seja calma ou desespero.
Em campo, tudo que sentes,
Sem mensurável ação,
A aura escura sementes,
O medo é doce Clarão.
Escolhas são chutes a gol
A trave é uma possibilidade,
Nem tudo que a gente sonhou,
Pode virar realidade.
Em frente a copa e a cozinha,
O desafio ainda persiste,
Enfrente, pois a Copa sozinha,
Não prova que um povo Existe.
Pensa Faz e refaz,
Retoma, sonha e constrói,
Da pátria amada que quer Paz,
Um sonho pra todos nós.
Outubro a gosto de todos,
Decide nos penalts o melhor,
Pensa e repensa sem fogos,
O silencio da paz e não da dó.
Em campo tudo e só chute,
Palavras se escrevem em folhas,
Não permita que lá se desfrute,
De suas Inertes Escolhas.
16/07/2014
Se noventa é o numero,
Se são poucos ou muitos,
Seja calma ou desespero.
Em campo, tudo que sentes,
Sem mensurável ação,
A aura escura sementes,
O medo é doce Clarão.
Escolhas são chutes a gol
A trave é uma possibilidade,
Nem tudo que a gente sonhou,
Pode virar realidade.
Em frente a copa e a cozinha,
O desafio ainda persiste,
Enfrente, pois a Copa sozinha,
Não prova que um povo Existe.
Pensa Faz e refaz,
Retoma, sonha e constrói,
Da pátria amada que quer Paz,
Um sonho pra todos nós.
Outubro a gosto de todos,
Decide nos penalts o melhor,
Pensa e repensa sem fogos,
O silencio da paz e não da dó.
Em campo tudo e só chute,
Palavras se escrevem em folhas,
Não permita que lá se desfrute,
De suas Inertes Escolhas.
16/07/2014
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quinta-feira, 26 de junho de 2014
Meu passado se foi
Fiz minhas escolhas, Meus planos,
Meu passado se foi.
Tive meus desejos, Meus sonhos,
Meu passado se foi, se foi.
Acordei meio estranho,
O dia já nasceu,
E eu só planejando,
Pensando quem sou Eu.
Meu passado se foi, se foi.
O túnel ali na frente,
No ontem era escuro,
Mas eis que de repente,
Enxergo a luz no muro.
Passado passageiro,
De meu ser são tijolos,
Meu passado inteiro,
Leva-me em só colo.
Meu passado se foi, se foi.
Ate os versos que,
Acabo de escrever,
Já são passados, vê,
Mas presentes a quem lê.
Medo, Angústia, Desprezo,
Passado fica pra traz,
Em ti eu deixo preso,
Tudo que não me apraz.
Meu passado se foi, se foi.
Mas sei que ha lembranças,
E lições que me deixaste,
E essas são as bonanças,
Que erguem minhas hastes.
Fiz minhas escolhas, Meus planos,
Meu presente está aqui,
Tive meus desejos, Meus sonhos,
Meu futuro me fará sorrir.
26/04/2014
Meu passado se foi.
Tive meus desejos, Meus sonhos,
Meu passado se foi, se foi.
Acordei meio estranho,
O dia já nasceu,
E eu só planejando,
Pensando quem sou Eu.
Meu passado se foi, se foi.
O túnel ali na frente,
No ontem era escuro,
Mas eis que de repente,
Enxergo a luz no muro.
Passado passageiro,
De meu ser são tijolos,
Meu passado inteiro,
Leva-me em só colo.
Meu passado se foi, se foi.
Ate os versos que,
Acabo de escrever,
Já são passados, vê,
Mas presentes a quem lê.
Medo, Angústia, Desprezo,
Passado fica pra traz,
Em ti eu deixo preso,
Tudo que não me apraz.
Meu passado se foi, se foi.
Mas sei que ha lembranças,
E lições que me deixaste,
E essas são as bonanças,
Que erguem minhas hastes.
Fiz minhas escolhas, Meus planos,
Meu presente está aqui,
Tive meus desejos, Meus sonhos,
Meu futuro me fará sorrir.
26/04/2014
Um Paranaense em São Paulo, apaixonado por Tecnologia, Artes, Cultura Geek, Animes, Natureza e escreve umas coisas por ai!
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Nevoa
Preciso me livrar,
Dessa nebulosa,
Desse medo,
De não ser nada.
Essa dor tão sem rumo,
Esse inverso da prosa,
Essa poesia louca,
Tao sem Prumo.
Deixa a amizade ser,
Mas não se afaste,
Vamos sonhar viver,
E que nada desgaste.
Os laços que criarmos,
Mesmo que pequenos,
Sejam fortes laços,
Pra que vitorias compartilhemos.
Mesmos que passe,
O tempo correndo,
Os dias de impasse.
Os planos querendo.
A vida os enlaces,
Deixa que morra,
O que não lhe apraz,
E ao resto recorra.
Memoria guarda o bom,
Mantenha boas pessoas,
Reforça nosso dom,
De fazer das vidas Boas.
02/06/2014
Dessa nebulosa,
Desse medo,
De não ser nada.
Essa dor tão sem rumo,
Esse inverso da prosa,
Essa poesia louca,
Tao sem Prumo.
Deixa a amizade ser,
Mas não se afaste,
Vamos sonhar viver,
E que nada desgaste.
Os laços que criarmos,
Mesmo que pequenos,
Sejam fortes laços,
Pra que vitorias compartilhemos.
Mesmos que passe,
O tempo correndo,
Os dias de impasse.
Os planos querendo.
A vida os enlaces,
Deixa que morra,
O que não lhe apraz,
E ao resto recorra.
Memoria guarda o bom,
Mantenha boas pessoas,
Reforça nosso dom,
De fazer das vidas Boas.
02/06/2014
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