Quantas vezes o corpo cansa,
E o olhar sai do foco da visão,
Perdidas palavras, a gente alcança,
Buscando algo que brote do coração.
Quantas vezes um abraço restaura,
E os sonhos rebrotam no aperto,
Quantas vezes sem brilho na Aura,
A gente nem caminha direito.
Deitado um sorriso bobo,
Faz a gente se lembrar,
Que a vida presta socorro,
Se a gente não desanimar.
O cansaço é apenas um momento,
Que com o tempo há de passar,
Passamos o olhar, silêncio,
É bom ter com quem contar.
Sorrir, sonhar e ter um amor,
Afinal somos feitos de sentimentos,
Que o cansaço desabroche em flor,
Faça valer os momentos.
Que a chuva rebrote a energia,
E o amanhã traga novidades,
A gente precisa dos bons dias,
Boas noites e das boas tardes.
Para ser sincero precisamos,
De tanta coisa nesse mundo,
Mas no fundo só buscamos,
Alegria e paz e amor profundo.
13/10/2016
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Busca Incessante
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busca incessante,
cansaço,
paz
Um Paranaense em São Paulo, apaixonado por Tecnologia, Artes, Cultura Geek, Animes, Natureza e escreve umas coisas por ai!
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Rei Tempo
Império das Horas passadas,
Reinado dos
minutos perdidos,
Teus súditos
morrem com espadas,
Que os
cortam com tempos perdidos.
Já não há
mais o que passou,
O ontem
gladiador já vencido,
Apenas
lembrança deixou,
Império de
um deus banido.
Aos prantos
choram os olhos,
Que veem o
amor em túmulos,
Semente
perdida em outros solos,
Serão frutos
de loucos acúmulos.
Rei e seus
decretos mumificados,
Relíquias do
que teve valor,
Hoje jaz com
os enterrados,
O que até
ontem era flor.
Secas
pétalas em devaneio,
E o medo que
seja o terror real.
Que fins
justificam este meio,
Onde o Amor
se torna banal?
Sete pétalas
de uma rosa,
Magia do
reino perdido,
Deixa o
poema virar prosa,
Que este
feitiço fique Unido.
Ao desejo de
toda Criança,
Mesmo
Adulta, rei tempo,
Nomeia
cavaleira a Lembrança,
Repitam-se
cada bom momento.
12/10/2016
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esperança,
Reinado do Tempo,
Sobre o tempo
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E Se...
Bom dia
Criançada nova,
E também,
criançada adulta,
Hoje não
é dia de prova,
Mas a
gente sempre escuta.
Hoje não
tem marmelada,
E se... O
palhaço não sorrir,
Vai só
rir a criançada,
Do dia
que está por vir.
Hoje tem
santo e tem arte,
Tem
padroeira e tem herói,
Qual sua
fé, o que imaginaste,
Vista
suas ideias Cowboy.
A estorinha
de reais brinquedos,
O conto
de fadas, a Magia,
Criança
que vencer seus medos,
É feliz
com prosa e Poesia.
Teatro
encenando o sorriso,
E se o
amanhã não existisse,
A Gente
riria de tudo isso,
A minha
criança me disse.
Que a
Alegria da vida é uma só
É Mãe,
Pai, Tio e Tia, é viver,
É
lembrar-se dos Doces de avô e Avó,
É
primarada contente é a escola.
E se...
Tudo não acontecesse,
O que
seria de cada um no Após,
A criança
em mim lhe saúda,
Com as
vozes das crianças em Nós.
12/10/2016
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Alegria,
dia das Crianças,
Sorrir,
versos soltos
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terça-feira, 11 de outubro de 2016
Não Tão Santa lá da Inha
Acorda que a corda,
O pescoço já
aperta,
Levanta que
a vida é... Moda
São Pinóquio
da inverdade.
Por que tudo
parece distante?
Santa
Narcisa da vaidade,
Rogai pela
luxuria gestante,
No ventre da
humanidade.
Tanto nasce,
Santa Sorte,
Tanta coisa
Perdida,
São
Longuinho, perca se a Morte,
Três
pulinhos pela vida.
E o profano tão
sagrado,
Ato de
sonhar e querer mais,
Perde se no
insano passado,
Santa Tosse,
meu São Brás.
Doces Cosme
e Damião,
Quem perdeu
a Santa gula,
Alimenta se
alma do Coração,
Já o Medo a
Gente Pula.
Santa
Insana, Falsidade,
Aonde vão
tantas promessas,
O inverno é
a mais fria idade,
Onde o Santo
veste às pressas.
Nas preces
de quem nem reza,
Oras bolas
quem se importa,
Belezas nem
põe na Mesa,
Á entrada da
Não Santa Porta.
11/10/2016
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Ladainha,
Nao tao santa
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domingo, 9 de outubro de 2016
Existência
Quando ao
caule retornar,
Já seco
pelo humano cansaço,
E as
tóxicas ideias purificar,
A carne
que não tem nervos de aço.
A mente
figure as raízes,
Suporte
seja aos sonhos perdidos,
Força se
renove entre as Crises,
Do choro
rebrotem os sorrisos.
Pensar
logo existir,
Eis o
eterno paradigma,
Onde está
a razão do sorrir,
De que
soma se fazem os Sigmas?
Existir é
apenas sombra da alma?
Quem são
nossas folhas e caule?
Somos
fruto de que, nesta Calma?
O que
nesta vida nos vale?
Este
brilho da existência,
Será
Apenas da Fé Sombra?
Viveremos
por Clemência?
Ou
juntaremos nossa sobra.
A Tudo
que já passou,
De volta
para o presente,
Plantar o
que frutificou,
Tornar
Frutos as sementes.
De volta
ao que germinou,
Toda
crença e toda fé,
Tudo
retorna a o que o criou,
Tudo se
soma ao que é.
09/10/2016
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Existência,
verso solto
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sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Era uma vez...
Era uma vez um Poeta,
Que nem
verso sabia fazer,
Era mesmo
coisa incerta,
Era uma vez
sem saber.
Um conto mal
contado,
Um sonho
frio e solitário,
Era uma vez
um pobre coitado,
Era uma Vez
um louco Otário.
Era uma vez
a Timidez,
Que se
quebrou como semente,
E as
mentiras, já eram uma vez,
Que brotou
tudo que se sente.
Nem todo
conto é tão rico,
A gente é
que enriquece as rimas,
Quando deixa
de ser tão crítico,
E bom
sentimento manda acima.
Mesmo que
não seja tudo,
Todo incompleto
pode ser perfeito,
Até sem
Palavras fala o Mudo,
Virar à
Esquerda pode ser Direito.
Contrastes
são para se enfrentar,
A vida é para
se Viver Feliz,
Os desafios
são para adornar,
O rosto do
Tédio que não se quis.
E era uma
vez esse Poema,
Que você
Acaba de ler sem querer,
Mas pode até
não ter gostado,
Importa é
que fez ele viver...
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Era uma Vez,
Sorria,
verso solto
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quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Esmolas
És faca de
dois gumes,
Tu que já
foste um deus,
Abençoando
em seus cumes,
Hoje mata
devotos seus.
Escondida
em pífias moedas,
És para
muitos, fétida escória,
Ópio das
ricas nações cegas,
Dádiva da
morte de toda história.
Tuas
pontes ao nada levam,
Quando és
o domínio do ser,
Te tornas
esmola aos que choram,
E
prazeroso senhor do desprazer.
Enlouqueces
por tua presença,
E o poder
de ti se alimenta,
De ti
fazem a cura e a doença,
Garantes
calmaria e Tormenta.
Cachaça,
Sangue e Suor,
Na pobre
e fria Noite,
És tú que
Mostras o melhor,
Por ti
muitos aceitam açoite.
Esmola de
sonhos perdida,
Desejo
que a aquece a alma,
Riqueza
por tantos pedida,
Dinheiro
ensandecido pela calma.
Tua chama
revela a arte
Teu fogo
recria os vícios,
Rimas
pobres por toda parte,
Qual o
Poder dos Patrícios.
06/10/2016
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Esmola,
migalhas,
moedas,
Valores,
versos soltos
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domingo, 14 de agosto de 2016
Ragazzo Cattivo
Santo ou
Não, tem sua nobreza,
De Teu
suor se constrói o futuro,
Exemplo é
o bom pai por natureza,
Arrastando
o mundo, trabalho duro.
Cada qual
com sua personalidade,
Alguns
mais calmos outros brutos,
Eternos
meninos desafiando a realidade,
Colhendo
de si mesmo os melhores frutos.
Embora na
fuga há quem peque,
No medo
ou na irresponsabilidade,
Ser Pai é
cuidar de flor que se regue,
É tirar
de si para construir a realidade.
A revolta
as vezes há de brotar,
No peito há
homens que levam dores,
Cicatrizes
de um esquecido sonhar,
Ou marca
de seus próprios desamores.
Rebeldia
que na luta é controlada,
No fundo cada
pai o melhor deseja,
Se isto não
for há escolha errada,
Mas um
dia se sabe a fatura chega.
Estas mãos
hoje calejadas,
Criaram
com orgulho sua história,
Quantas
dores na cesta há guardada,
Em cada
conquista gravada memória.
Há em
cada pai um menino rebelde,
Que um
dia na certa lutou contra tudo,
E que neste
poema homenagem recebe,
De muitas famílias os pais são
Brasão e escudo.
14/08/2016
14/08/2016
Labels:
Dia dos pais,
meninos Travessos,
Ragazzo Cattivo.
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sexta-feira, 12 de agosto de 2016
Rumos
Gente se
dobra e desdobra,
Tentando
achar solução,
Nem tudo
é como se cobra,
Nada se
paga com paixão.
Na vida há
medo de sobra,
Gente que
escreve emoção,
Gente que
fala e que logra,
Sem
logradouro em razão.
Que rumo
toma as rimas,
Para onde
rumam as canções,
Que
direção há nas esquinas,
Para onde
levam as ilusões?
Tantos
caminhos se perdem,
Poucos
agem por noção,
Vidas que
passam e seguem,
Tentando
ouvir o coração.
Insano e
qualquer conceito,
De que se
tenham tudo na mão,
O rumo
correto e ou direito,
Está
sempre em construção.
Dominar
não é ter conhecimento,
Quem
domina os rumos convence,
Só resta
a quem crê o momento,
De rumo
em rumo um dia se vence.
O sonho é
devaneio da Sanidade?
Ou o
caminho dos Loucos desejos?
Quem
sonha, duvida da verdade,
Ou flerta
o impossível com ensejos.
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quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Acordados
Sonho ou realidade,
De acordo com o futuro,
O acordo sem vaidades,
Vem superando qualquer muro.
Sonhamos muitas façanhas,
Eu e Tu, nós e nossos planos,
Das mais simples as estranhas,
De coisas reais, a meros Sonhos.
Acordados neste louco mundo,
Provando aos que acharam loucura,
Que o impossível é um gerúndio,
Verbo inapto ao hábito Tortura.
Fácil? Quem disse que seria,
Nas rosas, há o risco de espinhos,
No amor, nem tudo e mera poesia,
Sem suor não ha o sabor do Vinho.
Acordar com o dia,
Amanhecer a Teu Lado,
Presença que traz alegria,
Presente, Futuro e passado.
Se o tempo já passa e corre,
Seja cada dia uma serenata,
Cada mês seja uma estrofe,
Neste poema quase Cantata.
Sete Meses e um só coração,
Sei que o amor é infinito,
Desejo bem mais esta versão,
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